quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Músculos artificiais prometem melhorar mobilidade de robôs e de incapacitados

Tóquio, 20 nov (EFE).- Inspirados pela anatomia humana, um grupo de pesquisadores japoneses criou músculos artificiais mais versáteis e potentes que os motores convencionais usados em robôs, com os quais aspiram revolucionar a robótica e a assistência para incapacitados.
Os novos músculos podem facilitar o desenvolvimento de atividades de grande exigência física, operações de resgate ou carga de mercadorias, assim como a mobilidade de pessoas que sofrem com algum tipo de deficiência motora.
O projeto está sendo desenvolvido no Instituto Tecnológico de Tóquio. É lá que o professor Koichi Suzumori e sua equipe de jovens cientistas trabalham há três anos para aperfeiçoar uma ideia, concebida após o pedido de uma empresa e aprimorada de forma experimental no âmbito acadêmico.
Entre cabos, computadores, ferramentas e objetos de difícil identificação, destaca-se um esqueleto humano. Os ossos de uma das pernas estão cobertos por uma espécie de corda branca, conectada a tubos transparentes.
São os músculos de fibra artificial, compostos por canos de borracha e poliéster entrelaçados, que se expandem ou contraem ao receber ar em alta pressão.
"Exatamente igual ao que ocorre com os músculos humanos quando recebem estímulos nervosos", explicou à Agência Efe o pesquisador.
O princípio pneumático é uma velha ideia já aplicada em dispositivos de grande porte, usado especialmente em máquinas industriais, mas Suzumori garante que a chave de seu projeto é o desenvolvimento de microfibras sintéticas muito finas, flexíveis e rápidas.
Cada filamento tem um diâmetro de 1,8 milímetros e é capaz de suportar 600 gramas. Um feixe de cem filamentos - o equivalente de um dos músculos artificiais - é capaz de levantar até 60 quilos.
O reduzido tamanho e a versatilidade desses dispositivos abrem uma gama de possibilidades ilimitadas, segundo o cientista, que está instalando a tecnologia em várias articulações do esqueleto para provar resultados.
Os robôs mais avançados da atualidade contam com cinco ou seis motores para movimentar cada extremidade inferior do corpo, enquanto uma perna humana está revestida de mais de 50 músculos.
"Isso só para movimentar o joelho, o que permite grande flexibilidade e destreza. Nosso principal objetivo é conseguir uma mobilidade similar", destacou Suzumori.
Entre as potenciais aplicações está a produção de exoesqueletos ou exotrajes mecânicos.
"Seria possível criar 'trajes de músculos' sob medida, muito mais confortáveis que os exoesqueletos robóticos já existentes", afirmou o cientista, que acredita ser possível começar a produção em série dos músculos artificiais a partir do próximo ano.
"Outro futuro uso aplicação é a substituição de articulações humanas, algo ainda muito distante devido à grande complexidade", disse Suzumori, professor na Universidade de Okayama, em Tóquio, desde 2001 e que também trabalhou para a Toshiba.
O projeto ainda tem que superar grandes obstáculos técnicos, como a lentidão dos movimentos do dispositivo, além do tamanho e do peso da bomba de ar necessária para alimentar os músculos, o que prejudica a portabilidade.
De qualquer maneira, Suzumori e sua equipe pretendem ter montado até o fim do ano os 50 músculos capazes de reproduzir os mesmos movimentos de uma perna humana. Esse número será aumentado na sequência para quase 700, o total de músculos do corpo humano.

Fonte:  https://br.noticias.yahoo.com/google-chega-ao-brasil-%C3%BAltima-etapa-latino-americana-033218117--finance.html
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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Paraplégico faz surpresa à noiva e fica ‘em pé’ para valsa

Ex-soldado americano paraplégico causou emoção a todos os convidados no dia de seu casamento por usar uma estrutura que permitiu que ele ficasse ‘em pé’ para dançar sua primeira valsa com a mulher durante a festa que aconteceu em junho deste ano. As informações são do ITV News.

A publicação não informa em qual cidade americana aconteceu o casamento.

O ex-sargento Joey John, 27 anos, está em uma cadeira de rodas desde 2012, depois de sofrer um acidente de moto apenas 4 meses depois de conhecer a atual mulher, Michelle, e pouco tempo depois de ter voltado do Afeganistão pelo serviço militar.

Para a grande noite, ele não quis ficar na cadeira de rodas e criou uma surpresa para ela: com ajuda de seus padrinhos, ficou pendurado no meio do salão, esperando a noiva entrar para a valsa.

A emoção tocou a todos os convidados da festa e o momento inesquecível do casal foi retratado.
O americano causou emoção por usar uma estrutura que permitiu que ele ficasse em pé para dançar
Foto: Chiado Magazine / Reprodução
Fonte:  http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/paraplegico-faz-surpresa-a-noiva-e-fica-em-pe-para-valsa,b70ec1ea56ea9410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html
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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Tetraplégico usa exoesqueleto para voltar a andar no casamento da filha

Do UOL, em São Paulo
  • Tom D Morgan/Daily News/Reprodução
    Irving Caplan, 56, ?vestiu? um traje robótico especial durante casamento da filha
    Irving Caplan, 56, ?vestiu? um traje robótico especial durante casamento da filha
Um homem tetraplégico levou a filha às lágrimas durante o casamento dela, quando se levantou e atravessou o salão do hotel onde a festa estava sendo realizada para proferir seu discurso especial de agradecimento. Para isso, o consultor de IT Irving Caplan, 56, "vestiu" um traje robótico especial. A surpresa aconteceu no mês passado, no Sopwell House, St. Albans, na Inglaterra.
Há dois anos, Caplan quebrou três vértebras quando seguia de bicicleta rumo ao trabalho. Ele foi atropelado por um caminhão em Edgware, noroeste de Londres. Após ser submetido a uma série de operações e passar 12 dias na unidade de terapia intensiva, ele ficou tetraplégico e passou a usar uma cadeira de rodas para se locomover.
Irving Caplan procurou a Rex Bionics para saber que possibilidades teria de se locomover utilizando um exoesqueleto, uma espécie de armadura que poderia ser acionada através de um controle. Nesse caso, o exoesqueleto era acionado por um joystick, com 29 microprocessadores. "Eu gostaria de caminhar com Joanne até o altar, mas isso não foi possível. Então, essa foi a melhor maneira que encontramos, e não houve um olho seco durante a cerimônia", contou à BBC.
Ele atravessou o salão em três minutos, surpreendendo a todos os convidados. ""Eu sabia o que ele ia fazer, mas como estava trabalhando durante os testes com o exoesqueleto, foi muito emocionante vê-lo atravessar o salão", contou a filha à emissora.
 
Leia mais em: http://zip.net/bkpDmg
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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Brasileiro cria app que ensina matemática a crianças deficientes visuais

Aluno de mestrado na Unicamp e professor de informática, Henderson Tavares de Souza (à direita na foto) desenvolveu um aplicativo que ajuda crianças deficientes visuais a aprender matemática. O MiniMateVox é voltado para alunos de 6 anos do ensino fundamental e oferece atividades de matemática, inclusão digital e recreação.
A metodologia de ensino do software sugere diferentes maneiras de utilização dos recursos em 20 aulas. Cada uma delas dura em média duas horas e reúne 15 atividades. Segundo o desenvolvedor, o software deve ser utilizado como recurso complementar às aulas para que o aluno seja capaz de realizar as mesmas atividades propostas num livro didático recomendado pelo Ministério da Educação.

“Identificamos por meio de pesquisas na literatura científica e avaliações nas instituições de ensino regular e especializado que há uma carência muito grande na área de matemática para o aprendizado de crianças deficientes visuais. Surgiu então a nossa proposta de aprimorar o ensino da matemática para essas crianças. Existem muitas pesquisas e iniciativas voltadas para o ensino de deficientes visuais, mas a maioria delas é focada no ensino superior, para o desenvolvimento de atividades de matemática mais complexas”, justifica Henderson de Souza.

O projeto de Henderson utiliza o sistema operacional Dosvox. Idealizada por Antônio Borges, professor da UFRJ, a plataforma permite que deficientes visuais desempenhem diversas tarefas por meio do computador. O sistema interage com o usuário por voz e possui mais de 80 aplicativos, entre eles formatador para o sistema braille, dicionários, caderno de telefones, agenda, jogos diversos, navegador de internet, correio eletrônico, leitor de telas e livros.
Via Unicamp

Fonte:  http://olhardigital.uol.com.br/noticia/brasileiro-cria-app-que-ensina-matematica-a-deficientes-visuais/44017
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domingo, 10 de agosto de 2014

Menino ganha braço mecânico e realiza o sonho de abraçar os pais.

Um garotinho norte americano de 6 anos  de idade nunca havia abraçado seus pais com os dois braços como ele mesmo brincava.
E este garotinho conseguiu realizar o seu sonho graças a tecnologia 3D.
A responsável pelo invento foi a empresa E-nable especializada em peças robóticas, mãos e braços para crianças.
O pequeno Alex Pring realizou seu sonho e abraçou seus pais pela primeira vez na vida. Graças ao implante mecânico que substituiu seu braço. Alex nasceu sem o braço direito e sua família não tinha condições de dar pra ele uma prótese, pois o valor de uma chega a custar R$ 90 mil reias.
A empresa atendendo ao apelo da mãe de Alex resolveu ajudá-los e a prótese custou apenas 350 dólares, ou seja 114 vezes menos o valor que ela custaria.
“Quando me abraçou com os dois braços, ele simplesmente não queria sair”, disse  Alysson a mãe de Alex ao Sun.

Fonte:http://sacizento.bol.uol.com.br/blog/?p=12765
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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Após AVC, jovem que só mexe os olhos se forma na faculdade

 Britânica que só consegue mexer os olhos termina faculdade de história


  • Dawn Faizey Webster e o computador que transforma o movimento dos olhos em texto
A britânica Dawn Faizey Webster, 42, está se formando em história antiga pela Open University (Universidade Aberta, em tradução livre) após seis anos de curso -- feito que já seria motivo de orgulho para sua família. Para realizar esse desejo, Dawn enfrentou sua precária condição física: ela consegue mexer apenas os músculos dos olhos.

Dawn sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) em 2003 e, como sequela, teve paralisia total de quase todos os músculos do corpo, exceto os dos olhos. Além de piscar os olhos, ela também consegue fazer pequenos movimentos com a cabeça - a condição é conhecida como síndrome do encarceramento.

Sem poder falar ou se mover, Dawn começou a fazer faculdade em 2008.
A graduação foi realizada com a ajuda de um laptop que transforma o movimento dos olhos de Dawn em texto. Com o equipamento, ela consegue escrever até 50 palavras por hora. Nesse ritmo, provas que demorariam cerca de três horas chegaram a durar três semanas. 
Para escrever no laptop, ela empurra os botões fixados em ambos os lados da cabeça para mover o cursor na tela e pisca para registrar as letras. Segundo Dawn, o computador foi sua "tábua de salvação". 
Dawn contou ao tabloide britânico "Daily Mail" que ficou muito feliz e orgulhosa por ter conseguido o diploma e alcançado seu objetivo. "Quando eu tive meu acidente vascular cerebral, eu percebi que não seria capaz de fazer qualquer coisa física. Então, decidi usar a coisa que não tinha sido afetada, que foi o meu cérebro", afirmou. 

Além de sua graduação, a mulher também escreveu sua autobiografia e, agora, pretende fazer mestrado em história da arte. 

Dawn teve o AVC duas semanas após o nascimento de seu filho, Alexander. Os problemas começaram ainda na gravidez, quando ela foi diagnosticada com pré-eclâmpsia, doença associada à hipertensão da gestante. Atualmente, Alexander tem 11 anos.
Leia mais em: http://zip.net/bwpb9f

Fonte:  http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/educacao/2014/08/05/britanica-que-so-consegue-mexer-os-olhos-termina-faculdade-de-historia.htm
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