quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Calçado indiano com GPS para ajudar pessoas cegas

  • Calçado com GPS foi desenvolvido por dois indianos
Desenvolvidos por dois jovens indianos para ajudar pessoas cegas, os sapatos munidos com GPS se tornaram um sucesso enorme no país e devem ser inseridos no mercado internacional com pedidos de compra de 20 países até o momento.

Com palmilhas com conexão Bluetooth que recebem ordens desde um telefone celular no qual é estabelecido o percurso através do Google Maps, os sapatos Lechal, "leve-me contigo" em híndi, abriram um segmento inovador do mercado, ao mesmo tempo que colaboram com organizações de cegos.

Um de seus inventores, Krispian Lawrence, assegurou à Agência Efe que desde seu lançamento ao mercado em setembro, foram recebidos cerca de três mil pedidos de compra, primeiro para a própria Índia e "cada vez mais no exterior".

Este calçado foi patenteado como o primeiro a utilizar este sistema de navegação por satélite através do servidor do Google. Cada sapato vibra, para direita ou para esquerda, para indicar as curvas necessárias no trajeto marcado.

O design é obra de Lawrence e seu parceiro Anirudh Sharma, dois jovens de 30 e 28 anos, respectivamente, formados nos Estados Unidos, onde adquiriram experiência em novas tecnologias e no campo das patentes.

De volta a seu país, ambos fundaram em 2011 no estado de Telangana a empresa tecnológica Ducere Technologies, que conta com 50 empregados com uma média de idade que ronda os 25 anos e cujo produto principal são estes sapatos compatíveis com tecnologias Android, IOS e Windows.

O calçado é vendido acompanhado de baterias e de um carregador universal como os utilizados para recarregar telefones celulares.

"Estamos aumentando as rotas de distribuição" para canalizar a mais países os pedidos recebidos pelo site da empresa, afirmou Lawrence.

Embora sua comercialização tenha ficado evidente entre corredores e ciclistas, o leque de clientes é crescente, explicou o empresário. "Vivemos em um mundo que se guia muito por modas e agora a moda é a tecnologia", disse.

Além de marcar a rota, os aplicativos informáticos utilizados, disponíveis em vários idiomas, permitem também conhecer dados como as calorias consumidas, a distância percorrida e o tempo de percurso.

O preço deste calçado inteligente oscila entre US$ 100 e US$ 150, mas a companhia tecnológica colabora com ONGs como o Instituto do Olho L.V. Prasad de Hyderabad, capital do estado, que podem adquirir o produto por um custo menor.

Os sapatos ajudam pessoas com dificuldades de visão a seguir uma rota, como complemento a outras tecnologias que advertem sobre os obstáculos em seu caminho.

Embora desenhados na Índia, os Lechal são fabricados na China. "Mas vamos transferir a produção para Índia assim que pudermos e já temos estudadas até 14 possíveis localizações para a fábrica", contou Lawrence.

Os sapatos com GPS seguem a saga de invenções em calçado que nos últimos anos se proliferaram. Em 2012, uma empresa dos Estados Unidos, GTX, começou a vender modelos com um localizador por satélite pensados para o acompanhamento de pessoas com Alzheimer que correm o risco de se perder.

Há também dois anos, um artista britânico, Dominic Wilcox, desenvolveu sapatos com um chip no qual é gravado uma rota que depois vai indicando, por meio de luzes led, a direção a seguir no pé direito e a distância restante até o destino no esquerdo.

Wilcox se inspirou em Dorothy e sua travessia em "O mágico de Oz" com sapatos mágicos que o permitiram voltar para casa.
Fonte:  http://economia.uol.com.br/noticias/efe/2014/12/18/calcado-indiano-com-gps-conquista-mercado-internacional.htm
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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Impressora 3D ajuda mulher paralisada a andar

Paralisada da cintura para baixo por causa de um acidente de esqui em 1992, agora a australiana radicada nos EUA desafia essa previsão com a ajuda de um exoesqueleto impresso em 3D, relata a CNET.
O traje personalizado, desenvolvido pela 3D Systems e EksoBionics, permite que ela fique em pé e caminhe sozinha.
“O projeto foi muito específico porque nunca havíamos impresso peças em 3D que entram em contato com proeminências ósseas, o que pode provocar escoriações”, explica Scott Summit, diretor de design funcional da 3D Systems. As lesões de contato são uma preocupação porque os deficientes raramente sentem a aspereza de uma prótese.
Os designers projetaram o traje com dados fornecidos por um escaneamento corporal. Ele se encaixa por meio de tiras de velcro sobre os elementos mecânicos fabricados pela EksoBionics, protegendo Amanda das contusões e até do suor, já que o tecido permite que a pele respire.
O processo de criação do traje pioneiro levou três meses. Amanda é uma das dez pessoas que estão testando o novo sistema.
“Depois de anos sonhando com isso, estou profundamente grata e emocionada por fazer história caminhando com minhas próprias pernas”, declarou Amanda em um comunicado.
Fonte: http://www.brasil.discovery.uol.com.br/tecnologia/impressora-3d-ajuda-mulher-paralisada-a-andar/

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Cinderela fica careca para inspirar menina com câncer

A pequena norte-americana Isabella Harvey, de 5 anos, que luta contra a leucemia desde os 3 anos de idade, ficou surpresa ao conhecer a Cinderela e descobrir que não é preciso ter cabelos compridos para ser uma princesa.
Sabendo que Isabella é super fã da Disney, seus pais foram atrás da ONG Gianna Nicole’s Heart of Hope - que apoia crianças com câncer - para agendar uma sessão de fotos inspiradoras com a Cinderela. O que a pequena Isa não esperava é que a princesa era como ela, careca.

“Quando a Cinderella entrou na sala e Isabella viu que ela não tinha cabelo, sua reação foi impagável. Ela sentiu que ela também poderia ser uma princesa“, contou a mãe da garota.


Foto: Reprodução Facebook Mother Hubbard Photography







Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/cinderela-fica-careca-para-inspirar-menina-com-c%C3%A2ncer-135335142.html
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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Delegacia de atendimento a pessoas com deficiência é inaugurada em GO

A primeira Delegacia Especializada no Atendimento à Pessoa com Deficiência do estado é inaugurada nesta sexta-feira (21), em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Segundo a Polícia Civil, esta é a segunda delegacia no país que oferece este tipo de serviço especializado (a outra está localizada em São Paulo). Titular da delegacia em Anápolis,  o delegado Manuel Vanderic explica que a maioria dos crimes contra deficientes é cometido por familiares.

“Nós constatamos que os principais agressores também são parentes. É um tipo de violência doméstica, principalmente psicológica, maus tratos, apropriação de proventos, discriminação”, disse Vanderic.

Segundo o delegado, o objetivo do serviço da Polícia Civil vai além de responsabilizar o autor da violência. “A nossa maior preocupação é reintroduzir a vítima no meio social e familiar e resgatar anos de omissão do poder público com pessoas com deficiência”, afirma.

A sede da delegacia também vai oferecer serviços sociais às vítimas. “Nós pretendemos aglutinar na delegacia assistência social, voluntários no serviço de saúde, médicos, enfermeiros, psicólogos, pedagogos para sanar dificuldades que essas pessoas têm, desenvolver estatísticas e trabalhos preventivos".

Mesmo antes da inauguração, pessoas com deficiência procuraram a delegacia para denunciar crimes. “Ontem veio uma senhora cadeirante e muda que teve os proventos apropriados por um corretor de imóveis. Os recursos que ela precisa para se manter. Atendemos também um deficiente mental que teve os proventos apropriados pela família que o deixava na rua pedindo recursos no sinaleiro e uma senhora que supostamente sofre violência sexual por parte da família”, enumera Vanderic.

A Delegacia Especializada no Atendimento à Pessoa com Deficiência está localizada no Bairro JK Nova Capital, entre as avenidas JK e Jamel Cecílio.

Fonte:  http://g1.globo.com/goias/noticia/2014/11/delegacia-de-atendimento-pessoas-com-deficiencia-e-inaugurada-em-go.html

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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Músculos artificiais prometem melhorar mobilidade de robôs e de incapacitados

Tóquio, 20 nov (EFE).- Inspirados pela anatomia humana, um grupo de pesquisadores japoneses criou músculos artificiais mais versáteis e potentes que os motores convencionais usados em robôs, com os quais aspiram revolucionar a robótica e a assistência para incapacitados.
Os novos músculos podem facilitar o desenvolvimento de atividades de grande exigência física, operações de resgate ou carga de mercadorias, assim como a mobilidade de pessoas que sofrem com algum tipo de deficiência motora.
O projeto está sendo desenvolvido no Instituto Tecnológico de Tóquio. É lá que o professor Koichi Suzumori e sua equipe de jovens cientistas trabalham há três anos para aperfeiçoar uma ideia, concebida após o pedido de uma empresa e aprimorada de forma experimental no âmbito acadêmico.
Entre cabos, computadores, ferramentas e objetos de difícil identificação, destaca-se um esqueleto humano. Os ossos de uma das pernas estão cobertos por uma espécie de corda branca, conectada a tubos transparentes.
São os músculos de fibra artificial, compostos por canos de borracha e poliéster entrelaçados, que se expandem ou contraem ao receber ar em alta pressão.
"Exatamente igual ao que ocorre com os músculos humanos quando recebem estímulos nervosos", explicou à Agência Efe o pesquisador.
O princípio pneumático é uma velha ideia já aplicada em dispositivos de grande porte, usado especialmente em máquinas industriais, mas Suzumori garante que a chave de seu projeto é o desenvolvimento de microfibras sintéticas muito finas, flexíveis e rápidas.
Cada filamento tem um diâmetro de 1,8 milímetros e é capaz de suportar 600 gramas. Um feixe de cem filamentos - o equivalente de um dos músculos artificiais - é capaz de levantar até 60 quilos.
O reduzido tamanho e a versatilidade desses dispositivos abrem uma gama de possibilidades ilimitadas, segundo o cientista, que está instalando a tecnologia em várias articulações do esqueleto para provar resultados.
Os robôs mais avançados da atualidade contam com cinco ou seis motores para movimentar cada extremidade inferior do corpo, enquanto uma perna humana está revestida de mais de 50 músculos.
"Isso só para movimentar o joelho, o que permite grande flexibilidade e destreza. Nosso principal objetivo é conseguir uma mobilidade similar", destacou Suzumori.
Entre as potenciais aplicações está a produção de exoesqueletos ou exotrajes mecânicos.
"Seria possível criar 'trajes de músculos' sob medida, muito mais confortáveis que os exoesqueletos robóticos já existentes", afirmou o cientista, que acredita ser possível começar a produção em série dos músculos artificiais a partir do próximo ano.
"Outro futuro uso aplicação é a substituição de articulações humanas, algo ainda muito distante devido à grande complexidade", disse Suzumori, professor na Universidade de Okayama, em Tóquio, desde 2001 e que também trabalhou para a Toshiba.
O projeto ainda tem que superar grandes obstáculos técnicos, como a lentidão dos movimentos do dispositivo, além do tamanho e do peso da bomba de ar necessária para alimentar os músculos, o que prejudica a portabilidade.
De qualquer maneira, Suzumori e sua equipe pretendem ter montado até o fim do ano os 50 músculos capazes de reproduzir os mesmos movimentos de uma perna humana. Esse número será aumentado na sequência para quase 700, o total de músculos do corpo humano.

Fonte:  https://br.noticias.yahoo.com/google-chega-ao-brasil-%C3%BAltima-etapa-latino-americana-033218117--finance.html
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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Paraplégico faz surpresa à noiva e fica ‘em pé’ para valsa

Ex-soldado americano paraplégico causou emoção a todos os convidados no dia de seu casamento por usar uma estrutura que permitiu que ele ficasse ‘em pé’ para dançar sua primeira valsa com a mulher durante a festa que aconteceu em junho deste ano. As informações são do ITV News.

A publicação não informa em qual cidade americana aconteceu o casamento.

O ex-sargento Joey John, 27 anos, está em uma cadeira de rodas desde 2012, depois de sofrer um acidente de moto apenas 4 meses depois de conhecer a atual mulher, Michelle, e pouco tempo depois de ter voltado do Afeganistão pelo serviço militar.

Para a grande noite, ele não quis ficar na cadeira de rodas e criou uma surpresa para ela: com ajuda de seus padrinhos, ficou pendurado no meio do salão, esperando a noiva entrar para a valsa.

A emoção tocou a todos os convidados da festa e o momento inesquecível do casal foi retratado.
O americano causou emoção por usar uma estrutura que permitiu que ele ficasse em pé para dançar
Foto: Chiado Magazine / Reprodução
Fonte:  http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/paraplegico-faz-surpresa-a-noiva-e-fica-em-pe-para-valsa,b70ec1ea56ea9410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html
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