sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

2017 foi o ano da diversidade. 2018 precisa ser o da inclusão


Comecei este ano com uma previsão, feita aqui no LinkedIn: 2017 seria o ano da diversidade. Não era um chute ou um palpite vazio. A reflexão foi feita a partir da observação dos movimentos que acontecem na sociedade e também no universo das marcas e empresas.

E de fato 2017 foi um ano importante. Nunca se falou tanto sobre diversidade nas organizações que atuam no Brasil. Cada vez mais executivas e executivos têm estimulado discussões sobre respeito, assédio e promoção da igualdade a todas as pessoas, independentemente de gênero, raça, condição física ou orientação sexual.

Algumas empresas têm atentado para o seu papel na apresentação de soluções para os maiores problemas do país, o que passa por uma discussão sobre os desafios do mercado de trabalho. Se é verdade que neste momento temos uma massa de pessoas desempregadas, também é fato que mesmo nos tempos de bonança as oportunidades sempre foram muito mal distribuídas.

E não é preciso nenhuma pesquisa muito elaborada para atestar isso. Basta comparar o Brasil que vemos nas ruas, na hora em que saímos para almoçar, com aquele que aparece na maior parte dos nossos escritórios, quando voltamos da pausa.

Nossa população é majoritariamente negra (54%) e feminina (51%). Outros milhões são LGBT + e muitos outros têm algum tipo de deficiência (23,7%). Nossas empresas, porém, são quase sempre muito iguais: o topo é branco e masculino.

Mulheres representam pouco mais de 10% dos conselhos de administração e pessoas negras não alcançam 5% entre os diretores das 500 maiores empresas do país, segundo dados do Instituto Ethos. As pessoas com deficiências, apesar dos avanços incentivados pela Lei de Cotas, seguem à margem das posições de maior prestígio. Muitas lésbicas e gays estão no armário em seus trabalhos (65%) e pessoas trans raramente têm acesso ao mercado formal.

Esse ciclo de exclusão prejudica nosso crescimento como sociedade, empresas e indivíduos. Um país que não dá oportunidades iguais a seus cidadãos não prospera de forma contundente; organizações que não se preocupam com a diversidade perdem em termos de engajamento e inovação; e pessoas que não convivem com as diferenças não exploram todo seu potencial.

Apesar das tantas carências e de alguns tropeços, em 2017 vimos esta pauta ganhar mais espaço. Não foi fácil e este processo aconteceu às custas de alguns embates, inclusive com alguns que não gostaram de ter seus espaços de privilégio questionados.

"Avançamos ou retrocedemos?", costumam me perguntar. "Avançamos em meio a retrocessos e retroagimos em meio a avanços", é o que costumo responder. É o paradigma da complexidade. Não existem respostas prontas ou fáceis no mundo atual.

Porém, se 2017 foi o ano da diversidade e muitas conversas se estruturaram, 2018 precisa ser o ano da inclusão, com ações ainda mais efetivas. Não que os debates devam parar, muito pelo contrário. É necessário discutir - e muito! - sobretudo em algumas indústrias, culturas ou ambientes mais resistentes (alô, empresas nacionais, precisamos de vocês!).

Mas tão importante quanto falar é se engajar com objetivos, metas e compromissos públicos. Falando concretamente, quantas pessoas com deficiências você pretende promover em 2018? Quantas negras e negros quer ver em seu quadro de gestores? E a taxa de retorno após a licença-maternidade, em qual patamar você espera que ela esteja no fim do ano que vem? Quantas pessoas trans você pretende entrevistar nos processos seletivos?

Refletir sobre essas perguntas é importante para estabelecer indicadores e acompanhar a evolução de nossas ações. Que em 2018 a gente possa avançar ainda mais em termos de diversidade, mas, acima de tudo, que este seja o ano da inclusão.

Isso depende da mobilização das empresas, governos, ativistas e entidades civis. Mas depende também do nosso engajamento pessoal, da nossa insatisfação com as injustiças, da nossa empatia, solidariedade e vontade de construir um país mais inclusivo para todas as pessoas. Vamos juntos?

 Ricardo Sales é consultor de comunicação e diversidade e pesquisador na ECA/USP, onde se graduou e defendeu mestrado sobre o políticas de diversidade nas organizações. Atua para grandes marcas e empresas. É professor e palestrante. Em 2017, foi eleito um dos brasileiros mais influentes do ano no tema LGBT nas organizações pela Out&Equal, maior organização do mundo neste tema.


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sábado, 2 de dezembro de 2017

Sem pernas, pedreiro de Araraquara supera desafios

Esta é a história de vida do Lima, um senhor de Araraquara, interior de São Paulo, que perdeu as duas pernas em virtude de complicações resultantes do vício em cigarro, mas continua atuando na profissão de pedreiro e eletricista.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=iKgGixRmUI8
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domingo, 8 de outubro de 2017

Professor realiza o sonho de uma criança que era dançar - Mariano Salas



Emocionante, professor de nome Mariano Salas, ele realizou o sonho dessa aluninha de dançar com os colegas, demonstração de amor e dedicação. Uma atitude simples pode mudar a vida de uma pessoa e fazer toda a diferença.

#Dedicação #amoraoproximo

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=hTEJdS39NVk
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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Amor de verdade



Este vídeo mostra o verdadeiro amor de um cão. É sublime e deve ser compartilhado.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=f3iVPMll9Yg
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domingo, 13 de agosto de 2017

Meu Pai quando eu tinha ...



  

4 anos:
Meu pai pode fazer tudo.

5 anos:
Meu pai sabe muitas coisas.
6 anos:
Meu pai é mais esperto do que o seu pai.
8 anos:
Meu pai não sabe exatamente tudo.
10 anos:
No tempo antigo, quando o meu pai foi criado, as coisas eram muito diferentes.
12 anos:
Ah, é claro que o papai não sabe nada sobre isso. É muito velho para se lembrar da sua infância.
14 anos:
Não ligue para o que meu pai diz. Ele é tão antiquado!
21 anos:
Ele? Meu Deus, ele está totalmente desatualizado!
25 anos:
Meu pai entende um pouco disso, mas pudera! É tão velho!
30 anos:
Talvez devessemos pedir a opinião do papai. Afinal de contas, ele tem muita experiência.
35 anos:
Não vou fazer coisa alguma antes de falar com o papai.
40 anos:
Eu me pergunto como o papai teria lidado com isso. Ele tem tanto bom senso, e tanta experiência!
50 anos:
Eu daria tudo para que o papai estivesse aqui agora e eu pudesse falar com ele sobre isso. É uma pena que eu não tivesse percebido o quanto era inteligente. Teria aprendido muito com ele.

Fonte: http://www.comamor.com.br/tinha.asp
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sábado, 12 de agosto de 2017

homenagem aos pais...


Ser Pai...
É presenciar o milagre da existência:
Ver nascer o primeiro sorriso,
O balbucio das palavras inaugurais,
Os primeiros passos inseguros.


Ser Pai...
É testemunhar a batalha do crescimento:
Enxugar as lágrimas de frustração e tristeza,
Socorrer quedas e tropeços.


Ser Pai...

É partilhar da alegria de cada conquista, aplaudindo-a,
É dividir o peso de cada derrota, confortando-o,
Sem todavia tomá-las para si.


Ser Pai...

É oferecer braços que estendam para o abraço,
Mãos que acariciam ou seguram com firmeza,
Colo que reconforta e aconchega.


Ser Pai...

É ter olhos atentos que enxergam a alma além do rosto,
e mostrar o sorriso que alegra trazendo segurança,
e abrir o coração que entende através das palavras.


Ser Pai...

É ter a voz mansa nos lábios,
Voz que acalenta e ensina com paciência,
E não o grito dos autoritários, donos de única verdade.


(Maria Luíza Brina)

“Semeie um ato, e você colhe um hábito. Semeie um hábito, e você colhe um caráter. Semeie um caráter, e você colhe um destino.”   (Charles Reade)



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