sexta-feira, 8 de março de 2019

Mensagem de Chico Xavier para as mulheres

A Terra, neste dia, focaliza a mulher numa merecida homenagem, pois ao longo da história, as mãezinhas, as irmãs, as filhas e as esposas nem sempre receberam a consideração e o respeito que merecem na pauta legítima do amor de Deus por todos os seus filhos. E é exatamente a candura, o encanto e a capacidade impressionante de servir da mulher que devemos valorizar nesta hora de tantos desafios em nosso globo.
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As sociedades de todos os tempos não sobreviveriam sem a capacidade de renúncia e de adequação da mulher, por efeito da sobrevivência dos sentimentos que lhes são os talentos divinos. Ao observarmos uma mãe, que desde os primeiros primórdios da concepção passa a ceder de si, em louvor da formação de um novo corpo através do qual um Espírito, de retorno a lide física, alcançará a dádiva da existência na crosta, como filho daquela abnegada servidora da criação, encontramos a chave do progresso geral e da renovação plena dos valores que devem atingir o Divino, a perfeição! 
Se ao homem foi concedida a prerrogativa da ciência e o tirocínio da dominação circunstancial, fazendo dele o provedor habilidoso e o seguro condutor das forças do lar, necessitamos refletir sobre o papel das mulheres, que são potentes transformadoras de bens e valores, pelo prisma sublime e imantador do sentimento nobre. A maternidade é o dom mais sublime que nosso Pai confiou a mulher. A educação da família, pelas vibrações morais da autoridade materna, é a fonte dadivosa do caráter, da ombridade e da justiça. A ternura dessas agentes providenciais da vida, em sua condição feminina, é a nata refinada do sentimento de amor que nelas encontra ressonância viva e reflexão segura.
Saudamos todas as nossas irmãs encarnadas no mundo, desejando que, sob a bênção de Deus e de Jesus, prossigam elas, em auxílio e cooperação com os homens, entre o cumprimento do dever e a expressão dadivosa da ternura, consoante exemplificou nossa inesquecível Mãe Espiritual, Maria de Nazaré!”
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Feliz Natal à todos nós.

Mais um ano vencido e  novos aprendizados, muitas coisas superadas e tudo agrega em nossa bagagem, nos torna pessoas melhores.
Que Deus esteja  nos corações e lares de todos nós.

Feliz Natal.



Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=-I4l32JaoHw
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sábado, 3 de novembro de 2018

Explicando o Autismo


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=qZmcG5lYNcc
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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

A importância de ser professor..

Pode parecer que as pessoas esqueceram o quão importante você é, que esquecerão sua criatividade, dedicação, sua paixão.

Está na hora de lembrar que para cada aluno que diz “eu não consigo”, “eu não sou inteligente”, tem um professor que diz “você consegue”, “você é capaz”

Todo aluno precisa de alguém que acredita nele. E o professor faz tudo para encorajar, motivar, desafiar, engajar, inspirar e despertar o amor pelo aprendizado.

Ser professor é ter a habilidade de mudar…uma mente, um caminho, uma história, um futuro, uma direção e uma vida.

Agradeço você por tornar a vida dos seus alunos tão especial e significativa.

Estamos juntos para melhorar a educação e mudar o mundo.

Fonte: https://www.professorideal.com/ser-professor/a-importancia-de-ser-professor/

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O que é ser diferente?

A diferença está nos olhos que quem vê...Todos somos iguais diante de Deus..


Fonte:https://www.youtube.com/watch?v=XJsZTIuh3aY
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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Dia da Luta da Pessoa com Deficiência: o que estamos fazendo pela inclusão?


21 de setembro..
Crédito: Karl-Erik Bennion/Freeimages
O escritório recém-inaugurado é daqueles para gente jovem. Sem divisórias, com mesas comunitárias com posições plug & play para notebooks, encanamentos à mostra e salas envidraçadas do chão ao teto. Os gestores do espaço se entreolham. Há um certo corre-corre para resolver a questão inesperada. Uma pessoa com deficiência física pede para usar o banheiro.
Na primeira tentativa, já está claro que a cadeira não vai passar pela porta. Um telefonema para a administração predial aumenta o constrangimento. A informação é de que a maioria dos escritórios do edifício são assim. Provavelmente há um toilette adaptado no prédio. Mas se encontra muitos andares abaixo e, ainda assim, é preciso confirmar.

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Naquele ambiente moderno e descolado, esqueceram de pensar na acessibilidade.
"O constrangimento só ocorreu por causa da minha presença física", relembra Rodrigo Hübner Mendes, protagonista do episódio. "Muitas vezes, é o contato pessoal que faz com que as dificuldades para a inclusão sejam percebidas. Com o tempo, é preciso que o clima desconfortável se transforme na percepção de que devemos promover mudanças".
Tetraplégico desde a juventude em razão de um acidente, Rodrigo é referência, no Brasil e no exterior, no debate sobre inclusão. À frente do Instituto que leva seu nome, é um professor bem paciente – inclusive com as perguntas leigas deste jornalista – para falar sobre o que cada um pode fazer para que a sociedade seja mais acolhedora para todos. O tema é oportuno para esse dia 21 de setembro, Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência.
(Parênteses linguístico da amiga jornalista Beatriz Vichessi: os termos "deficiente" e "portador de deficiência" são considerados inadequados, pois resumem o indivíduo à deficiência. O termo escolhido por diversas organizações, entre elas a ONU, é "pessoa com deficiência").
A visão sobre a deficiência está mudando. Para quem não vivencia essa condição todo dia, as histórias de superação, sobretudo as esportivas, exemplificam a rota para "vencer o problema" (aspas necessárias, pois estamos no terreno da colaboração e não da competição, encarando uma condição e não um problema).
"Essa é uma conceituação que considera a deficiência como um problema individual, resultante de uma limitação clínica que necessita apenas do esforço pessoal para ser superada. Podemos nos emocionar com essas histórias, mas hoje já enxergamos a questão com outros olhos", diz Rodrigo.
O grande marco da virada foi a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, escrito em 2006 e incorporado à legislação brasileira dois anos depois, com status de emenda constitucional. A transformação em lei abriu oportunidades gigantescas relacionadas à melhoria da vida de 24 milhões de brasileiros com deficiência, segundo o IBGE. Indicou que a responsabilidade pela tarefa é de todos. O documento afirma que a deficiência é um conceito em evolução. Em vez de uma limitação individual, o entendimento hoje aceito é que ela resulta da interação entre pessoas com deficiência e as barreiras que impedem a participação dessas pessoas na sociedade em igualdade de oportunidades com as demais.
Que barreiras são essas? As mais visíveis se encontram no ambiente. O caso descrito no abertura deste texto é um exemplo, e não dos mais escabrosos. Os obstáculos às pessoas com deficiência, sejam físicas ou intelectuais, estão por todas as partes. Por aqui mesmo já publiquei a história da"rampa rumo ao nada" na cidade de Sacramento, MG. Mas há barreiras nos meios de comunicação, na rede de transporte, nas metodologias escolares.
E em nossas atitudes (e olha que nem vou falar sobre quem estaciona em vagas para pessoas com deficiência…).
Em sã consciência, não há quem se diga contra a inclusão. Mas, quando o assunto bate à porta, começam a surgir as contrariedades. A escola é palco de algumas delas. Sobretudo em casos de deficiência intelectual, pode ser difícil encontrar vagas em escolas (embora negar matrícula a aluno com deficiência seja crime punível com até 4 anos de prisão) e as adaptações necessárias para que a criança se integre.
"Acho que a resistência deriva da sensação de impotência de um determinado grupo – no caso, os professores – quando falta apoio e repertório para dar conta dessa nova realidade que são salas de aula mais heterogêneas", afirma Rodrigo. Novamente, o caminho não é mirar a deficiência, mas atacar os obstáculos que impedem a inclusão. É possível, por exemplo, lutar por oferta de formação aos docentes, planejamento didático para cada novo aluno e mais recursos do poder público. "Quando isso acontece, fica nítida a redução das resistências. Percebo a satisfação dos professores quando crescem profissionalmente e conseguem aprimorar seu fazer pedagógico ao atender bem as crianças com deficiência."
Tanto melhor se a busca por melhoria for feita em grupo. Uma pessoa isoladamente pode batalhar para resolver situações especificas, mas a transformação verdadeira só virá com ações coletivas e políticas públicas para todos. Isso é o suficiente para "vencer" a deficiência? Não – e nem é essa a ambição. "O impedimento clínico continua presente, mas o indivíduo vai ganhando autonomia à medida que que as barreiras vão sendo desconstruídas", finaliza Rodrigo. A sociedade se aprimora ao contemplar a diversidade de condições humanas.
Rodrigo Ratier
Fonte: https://emdesconstrucao.blogosfera.uol.com.br/2018/09/21/dia-da-luta-da-pessoa-com-deficiencia-o-que-estamos-fazendo-pela-inclusao/
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