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sexta-feira, 22 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Feira internacional deve oferecer cerca de 7 mil vagas para portadores de necessidades especiais
Acontece, de 14 a 17 de abril, a X Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade. No evento, algumas das principais empresas do Brasil apresentarão seus programas de carreira para portadores de necessidades especiais. De acordo com a assessoria da feira, cerca de 7 mil vagas deverão ser oferecidas.
Estarão presentes empresas como Unimed Paulistana, IBM, Deloitte, Usiminas, Proativa RH e os bancos Itaú-Unibanco e HSBC. No evento, os profissionais com deficiência poderão cadastrar e atualizar currículos.
Com entrada franca, a Reatech contará com uma extensa programação de artes cênicas e grupos de dança; atividades de Pet e Equoterapia; galeria de arte; parque infantil adaptado; quadras adaptadas para a prática de esportes; test-drive de carros adaptados, de cadeiras de rodas motorizadas e scooters; palestras, congressos médicos, seminários e atividades abertas ao público, entre outras atrações.
Informações sobre a próxima edição estão disponíveis no site www.reatech.tmp.br ou pelo fone (11) 5585-4355
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/feira-internacional-deve-oferecer-cerca-de-7-mil-vagas-para-portadores-de-necessidades-especiais/44177/
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Estarão presentes empresas como Unimed Paulistana, IBM, Deloitte, Usiminas, Proativa RH e os bancos Itaú-Unibanco e HSBC. No evento, os profissionais com deficiência poderão cadastrar e atualizar currículos.
Com entrada franca, a Reatech contará com uma extensa programação de artes cênicas e grupos de dança; atividades de Pet e Equoterapia; galeria de arte; parque infantil adaptado; quadras adaptadas para a prática de esportes; test-drive de carros adaptados, de cadeiras de rodas motorizadas e scooters; palestras, congressos médicos, seminários e atividades abertas ao público, entre outras atrações.
Informações sobre a próxima edição estão disponíveis no site www.reatech.tmp.br ou pelo fone (11) 5585-4355
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/feira-internacional-deve-oferecer-cerca-de-7-mil-vagas-para-portadores-de-necessidades-especiais/44177/
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Diversidade na escola favorece socialização dos estudantes
A cena, cada vez mais frequente em escolas públicas, revela resultados da política do governo federal para inclusão de estudantes com deficiência em turmas regulares. Uma campanha de televisão divulgada esta semana, promovida pelo Ministério da Educação, mostra a importância da inclusão desses estudantes e o combate ao preconceito.
Um dos estudantes da escola de Camboriú é Sanderson Ferreira, 13, surdo, matriculado na turma regular do sétimo ano. Sanderson é um dos 13 alunos com deficiência, física ou mental, atendidos na Dona Lili. São crianças com surdez, espectro autista, paralisia cerebral, síndrome de Tourette, mas que frequentam a escola comum. Durante as aulas, Sanderson é acompanhado por um intérprete de libras que repassa, na linguagem de sinais, o conteúdo explicado pelo professor.
Com dez anos de funcionamento, a escola se adaptou para atender as necessidades de seus alunos, seja nas rampas de acesso, nos intérpretes de libras ou no apoio pedagógico especial, durante as aulas e nos contraturnos. O esforço busca propiciar aos alunos com deficiência a oportunidade de adquirir conhecimento no mesmo ambiente das outras crianças.
A diretora da escola, Suzete Reinert, considera essa política como instrumento para formação não apenas intelectual das crianças. “O nosso principal objetivo é que nossos alunos aprendam, dentro de suas possibilidades, o máximo possível”, diz ela. “Porém não é só o aprendizado acadêmico, do português e da matemática, que importa. Vindo aqui, eles ganham mais independência, sociabilizam melhor e superam seus limites”, diz a diretora.
Barreira – Uma barreira no processo de inclusão é a falta de conscientização de alguns professores, que resistem à presença dos alunos em sala de aula, recusam-se a alterar seus métodos de ensino e têm dificuldades de aceitar os profissionais de apoio pedagógico especial, que auxiliam professores que possuem alunos com deficiência na sala. O trabalho do apoio especial não substitui o professor regente, o principal responsável pelo aluno.
Segundo Suzete Reinert, “é importante que os professores saibam qual é a deficiência que a criança tem, pois as necessidades de uma criança com autismo são diferentes das de um cadeirante”. Para superar a desconfiança é preciso focar na formação do professor.
Pedagoga especializada em educação especial, Giséli Vinotti faz parte da equipe de apoio pedagógico especial da escola. Ela defende a inclusão e o aprendizado das crianças com deficiência como um esforço da escola, da criança e dos pais. “Um dos problemas que enfrentamos é a resistência de alguns pais para permitir que seus filhos venham à escola, eles resistem muitas vezes por achar que a escola não vai dar a atenção necessária”, afirma Vinotti.
As ações desenvolvidas na escola Dona Lili se enquadram nos projetos de inclusão da rede municipal de educação de Balneário Camboriú e são coordenados pelo Departamento de Educação Especial.
Profissionais – Implantado em 2002 para levar uma educação inclusiva de qualidade, o departamento conta com profissionais especializados, como pedagogos e educadores especiais, psicólogos, fonoaudiólogos, instrutores e intérpretes de libras, para atender 480 crianças com deficiência nas 16 escolas e 23 centros de educação infantil.
Apesar do sucesso atingido pelos programas, para a diretora do departamento, Fabiana Lorenzoni, é preciso ainda flexibilizar o currículo escolar e criar novos métodos de avaliação. “É preciso adequar os mecanismos de avaliação que serão utilizados, não podemos avaliar da mesma forma pessoas com deficiências diferentes nem aquelas que não têm deficiência.”
Para Lorenzoni, a política de educação inclusiva tem papel fundamental na construção do caráter cidadão não apenas dos deficientes atendidos, mas dos demais estudantes. Para a diretora, o contato entre alunos comuns e alunos com deficiência cria uma relação mútua de desenvolvimento. “Enquanto os alunos comuns aprendem a conviver com a diversidade, os alunos com deficiência se sociabilizam, tornando-se menos infantilizados, aprendem mais.”
Socialização – É o caso de Dionei Berto, 17, que estudou na escola Dona Lili até 2009 e hoje cursa o primeiro ano do ensino médio em turma regular da Escola Estadual Urbana Profª Francisca Alves Gevaerd. Ele sonha ser médico, joga vôlei em uma escolinha no colégio, gosta de surfe, trabalha como copeiro e, devido a uma deformidade congênita, não tem o antebraço esquerdo.
Praticar o esporte elevou a autoestima e a confiança do adolescente, porém a discriminação não acabou. Segundo Dionei, “há as brincadeiras e os apelidos que não incomodam, dos amigos, mas têm aqueles que querem ofender, nesses casos eu fico chateado”.
Diego Rocha
Acesse a campanha
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16508
segunda-feira, 28 de março de 2011
Campanha pelo INES!
O
INES (instituto nacional de educação para surdos) está com seus dias
contados! O governo federal sinalizou seu fechamento, assim como o
fechamento do Benjamin Constant (para cegos). O governo alega inclusão,
mas na verdade, é a economia mais sórdida que qualquer ser humano possa
pensar! O governo não quer "tutelar" seus deficientes, e alega, com
desculpa, a linda palavra INCLUSÃO. Dois institutos respeitados
internacionalmente, com um trabalho maravilhoso, apesar das dificuldades
e do descaso público! Os dois atendem a centenas de deficientes!
Peço
que cada um mande para suas listas, para que possamos dizer, em alto e
bom som, que não suportamos mais esses crimes contra a humanidade, que
esse governo que se perpetua no poder, quer nos imputar! Agora os alvos
são todos os trabalhos destinados a um público frágil e sem condições de
luta! Não podemos perder a capacidade de nos indignar! Quando será que
vamos nos conscientizar e reagir? É só clicar no endereço abaixo e
colocar os dados necessários, ok?
Peço que assinem e nos ajudem a reverter essa situação!
Abs|
|
segunda-feira, 21 de março de 2011
Formas criativas para estimular a mente de alunos com deficiência
O professor deve entender as dificuldades dos estudantes com limitações de raciocínio e desenvolver formas criativas para auxiliá-los
De
todas as experiências que surgem no caminho de quem trabalha com a
inclusão, receber um aluno com deficiência intelectual parece a mais
complexa. Para o surdo, os primeiros passos são dados com a Língua
Brasileira de Sinais (Libras). Os cegos têm o braile como ferramenta
básica e, para os estudantes com limitações físicas, adaptações no
ambiente e nos materiais costumam resolver os entraves do dia-a-dia.
Mas
por onde começar quando a deficiência é intelectual? Melhor do que se
prender a relatórios médicos, os educadores das salas de recurso e das
regulares precisam entender que tais diagnósticos são uma pista para
descobrir o que interessa: quais obstáculos o aluno enfrentará para
aprender - e eles, para ensinar.
Mais sobre inclusão
Reportagens
No geral, especialistas na área sabem que existem características comuns a todo esse público (leia a definição no quadro desta página).
São três as principais dificuldades enfrentadas por eles: falta de
concentração, entraves na comunicação e na interação e menor capacidade
para entender a lógica de funcionamento das línguas, por não compreender
a representação escrita ou necessitar de um sistema de aprendizado
diferente. "Há crianças que reproduzem qualquer palavra escrita no
quadro, mas não conseguem escrever sozinhas por não associar que aquelas
letras representem o que ela diz", comenta Anna Augusta Sampaio de
Oliveira, professora do Departamento de Educação Especial da
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). As
características de todas as outras deficiências você pode ver no
especial Inclusão, de NOVA ESCOLA (leia o último quadro).
A importância do foco nas explicações em sala de aula
Alunos
com dificuldade de concentração precisam de espaço organizado, rotina,
atividades lógicas e regras. Como a sala de aula tem muitos elementos -
colegas, professor, quadro-negro, livros e materiais -, focar o
raciocínio fica ainda mais difícil. Por isso, é ideal que as aulas
tenham um início prático e instrumentalizado. "Não adianta insistir em
falar a mesma coisa várias vezes. Não se trata de reforço. Ele precisa
desenvolver a habilidade de prestar atenção com estratégias
diferenciadas para, depois, entender o conteúdo", diz Maria Tereza Eglér
Mantoan, doutora e docente em Psicologia Educacional da Universidade
Estadual de Campinas (Unicamp).
O ponto de partida deve ser algo
que mantenha o aluno atento, como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça,
jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor ou dos
colegas - em Geografia, por exemplo, ele pode exercitar a mente traçando
no ar com o dedo o contorno de uma planície, planalto, morro e
montanha. Também é importante adequar a proposta à idade e,
principalmente, aos assuntos trabalhados em classe. Nesse caso, o estudo
das formas geométricas poderia vir acompanhado de uma atividade para
encontrar figuras semelhantes que representem o quadrado, o retângulo e o
círculo.
A meta é que, sempre que possível e mesmo com um trabalho diferente, o aluno esteja participando do grupo. A tarefa deve começar tão fácil quanto seja necessário para que ele perceba que consegue executá-la, mas sempre com algum desafio. Depois, pode-se aumentar as regras, o número de participantes e a complexidade. "A própria sequência de exercícios parecidos e agradáveis já vai ajudá-lo a aumentar de forma considerável a capacidade de se concentrar", comenta Maria Tereza, da Unicamp.
A meta é que, sempre que possível e mesmo com um trabalho diferente, o aluno esteja participando do grupo. A tarefa deve começar tão fácil quanto seja necessário para que ele perceba que consegue executá-la, mas sempre com algum desafio. Depois, pode-se aumentar as regras, o número de participantes e a complexidade. "A própria sequência de exercícios parecidos e agradáveis já vai ajudá-lo a aumentar de forma considerável a capacidade de se concentrar", comenta Maria Tereza, da Unicamp.
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/formas-criativas-estimular-mente-deficientes-intelectuais-476406.shtml
O que é a deficiência intelectual?
É a limitação em pelo menos duas das seguintes habilidades: comunicação,
autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de
recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e
trabalho. O termo substituiu "deficiência mental" em 2004, por
recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), para evitar
confusões com "doença mental", que é um estado patológico de pessoas que
têm o intelecto igual da média, mas que, por algum problema, acabam
temporariamente sem usá-lo em sua capacidade plena. As causas variam e
são complexas, englobando fatores genéticos, como a síndrome de Down, e
ambientais, como os decorrentes de infecções e uso de drogas na
gravidez, dificuldades no parto, prematuridade, meningite e traumas
cranianos. Os Transtornos Globais de Desenvolvimento (TGDs), como o
autismo, também costumam causar limitações. De acordo com a Organização
Mundial de Saúde (OMS), cerca de 5% da população mundial tem alguma
deficiência intelectual.
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/formas-criativas-estimular-mente-deficientes-intelectuais-476406.shtml
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Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/formas-criativas-estimular-mente-deficientes-intelectuais-476406.shtml
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