quinta-feira, 27 de março de 2014

Surda desde o nascimento, mulher faz implante e começa a escutar

Depois de 40 anos sem ouvir uma palavra sequer, a simples contagem dos dias da semana foi o suficiente para levar Joanne Milne às lágrimas. A britânica, que nasceu com uma rara doença chamada Síndrome de Usher, sempre foi surda e começou a perder a visão a partir dos 20 anos de idade. Sua amiga Tremayne Crossley filmou-a no dia em seu implante coclear — dispositivo eletrônico conectado ao cérebro — foi ativado. A reação de Joanne é emocionante.
No vídeo, ela diz que ouvir a própria voz é “muito estranho” e completa: “Uau, isso é totalmente incrível!”. Em entrevista ao jornal britânico Daily Mail, Joanne disse que ainda está se acostumando aos sons. “Eu ainda estou chocada. Eu tenho que aprender a reconhecer o que são esses sons, porque construí uma biblioteca de sons na minha cabeça. Ouvir as coisas pela primeira vez é muito emocionante, desde o barulho de um interruptor à água corrente”, contou ela.
Joanna precisou fazer uma cirurgia de implantação há cerca de um mês e vem ativando o dispositivo em sessões semanais. Mas foi neste semana que ela viveu o impressionante momento de ouvir plenamente. “Eu sempre fui surda e fazia parte de mim. Infelizmente, quando comecei a ter dificuldades para enxergar, as coisas mudaram dramaticamente e, pela primeira vez na vida, ser surda ficou realmente difícil”, explicou.
“Eu estou tão feliz. Nos últimos dois dias ouvi pessoas rindo atrás de mim, fiquei com meus amigos... eles não tiveram que puxar meu braço para chamar minha atenção, o que é um avanço enorme”, disse a britânica.





Fonte: http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/surda-desde-nascimento-mulher-de-42-anos-faz-implante-comeca-escutar-assista-12003372.html




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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Cientistas desenvolvem anel que permite a cegos a leitura

No mundo dos kindles e tablets, deficientes visuais estão em desvantagem. Mas uma nova ferramenta, ainda em fase de protótipo, permite ao usuário digitalizar uma linha de texto com o dedo e em seguida ouvir o áudio das frases reconhecidas.
A engenhoca foi desenvolvida pelo grupo Fluid Interfaces (Interfaces Fluidas), do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnolpgia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês).
A ferramenta lê em voz alta qualquer texto que o usuário percorre com a ponta do dedo. Logo, as pessoas cegas terão como obter informações de qualquer texto impresso ou mesno da tela de tablets na ponta dos dedos.
O protótipo é chamado FingerReader e também fornece feedback de movimento na forma de pequenas vibrações para se certificar de que o usuário não se desviou do texto.
Fonte: http://atarde.uol.com.br/digital/materias/1570376-cientistas-desenvolvem-anel-que-permite-a-cegos-a-leitura?direcionado=true
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domingo, 26 de janeiro de 2014

André Cintra vai disputar a Paraolimpíada de Inverno de 2014

Ele corre, surfa e anda de bike. E vai disputar a Paraolimpíada de Inverno

Ele teve uma das pernas amputadas ao sofrer um acidente de moto aos 18 anos. Mas, em vez de lamentar o ocorrido, o paulista André Cintra, hoje com 34 anos, foi em frente conseguiu superar as adversidades. Agora ele se prepara para participar das Paraolimpíadas de Inverno na cidade de Sochi, na Rússia, como representante brasileiro da categoria snowboard.

André pratica kitesurfe, wakeboard, mountain bike, corrida e atualmente está aprendendo a surfar de stand up paddle (surfe de pé com remos). No snowboard, ele participou do Campeonato Brasileiro da categoria em 2012, em Vale Nevado, no Chile, e disputou sua primeira prova internacional em janeiro do ano passado.

Extremamente focado em seus objetivos, André, que figura entre os 18 melhores do mundo, concedeu uma entrevista com exclusividade para o UOL Esporte. Ele conta como estão os preparativos e as dificuldades em se praticar um esporte de neve em um país sem neve.

UOL Esporte -  Como está sua preparação para os Jogos Paraolímpicos?
André Cintra -
 A preparação está boa, estou aprendendo muito nessas viagens que estou realizando na temporada. Tenho aprendido mais técnicas e mais coisas sobre o snowboard a cada dia. Esses treinamentos estão sendo muito importantes.
UOL Esporte -  Foi uma surpresa essa sua classificação para Sochi, ou você tem se preparado para isso?
André Cintra -
 Foi uma boa surpresa sim, mas estamos nos preparando desde o final de  2012. Nosso principal objetivo era a classificação do Brasil pra Sochi, afinal, é a classificação de um país sem neve em uma edição das Olimpíadas de Inverno.
UOL Esporte -  Antes de ser paratleta, você já praticava alguma modalidade radical?
André Cintra -
 Sim, sempre pratiquei esportes, inclusive, muitos deles radicais, como esqui aquático, wakeboard, kitesurf... Já saltei de paraquedas, fiz rafting em corredeiras de níveis 5 e 6. Os esportes radicais sempre me atraíram.
UOL Esporte -  O que muda na vida de uma pessoa em questão da superação, principalmente ao se querer praticar de esportes radicais?
André Cintra -
 O que muda é que quando uma pessoa decide se superar é apenas uma questão de dedicação e tempo pra ela conseguir alcançar o próprio objetivo.
UOL Esporte - Você tem ídolos em suas modalidades?
André Cintra -
 Meus ídolos são os atletas de parasnowboard. Aprendi a admirá-los e respeitá-los muito, pois é convivendo de perto que vemos o suor, a dedicação e o foco de cada um deles no esporte e em seus objetivos.
UOL Esporte - Quais as dificuldades que você encontra, além da falta de neve no Brasil ?
André Cintra -
 Bom, temos várias dificuldades, porém todas elas superáveis. Temos a falta de neve pra treinar, a grande experiência na neve e no snowboard de todos os outros atletas (dos países com neve), que moram na montanha ou treinam a maior parte do ano na neve, o que os torna muito mais experientes, e temos as dificuldades com equipamentos também. No caso, as próteses são específicas para snowboard, mas precisam de muitos ajustes. Sem contar que temos muitas variáveis nos equipamentos, o que resulta em um resultado muito diferente nas pistas.
Ainda temos ajustes, do tipo, pressão no pé, pressão nos joelhos (eles funcionam com ar comprimido, com pistões hidráulicos/pneumáticos), temos mudanças de ângulos nos pés, joelhos, no socket e nas bindings (alças que seguram as próteses). Temos mudanças de pranchas, tamanhos e rigidez, pois cada pequena alteração no ângulo ou pressão, muda completamente nossa forma de praticar, porque altera o posicionamento do corpo, a flexibilidade e a velocidade nas curvas, por exemplo.
UOL Esporte - Quais as suas expectativas em relação a sua estréia nos Jogos Paraolímpicos?
André Cintra -
 As minhas expectativas são de me superar a cada momento, poder representar o Brasil da melhor forma possível e de participar desse evento incrível como atleta.
UOL Esporte - Você tem apoio de marcas ou recebe bolsa-atleta?
André Cintra -
 Ainda não, estamos analisando essa questão, mas recebo o apoio da CBDN (Confederação Brasileira de Desportos na Neve) e do Comitê Paralímpico Brasileiro.
UOL Esporte - De todas as modalidades que você pratica, qual é a mais difícil?
André Cintra -
 Acredito que a mais difícil seja o snowboard. As técnicas do boardercross são bem difíceis, exigem muito do atleta. Em termos de risco, acho que é também o esporte mais arriscado, porque as velocidades são muito altas, as curvas e os saltos são bem ousados e você está numa corrida contra o tempo (nessa disciplina do snowboard as provas são por tempo). Um exemplo disso é que no último final de semana três atletas da minha categoria não terminaram as provas, pois eles machucaram ou braços ou ombros durante o percurso.
UOL Esporte -  Existe preconceito das pessoas, ou medo dos seus familiares nas suas escolhas?
André Cintra -
 Preconceito acho que não, pelo contrário, as pessoas se orgulham do que estamos fazendo. Estamos realizando duas coisas muito importantes: Mostrando que quem tem alguma dificuldade pode se superar e inclusive ir para as Olimpíadas. Que o Brasil, mesmo não tendo neve, pode ter bons atletas e ser competitivo mundialmente.
UOL Esporte - O que aconteceu com sua perna, e quanto tempo levou até você se adaptar ?
André Cintra -
 Perdi a minha perna em um acidente de moto, aos 18 anos. Mas me adaptei rápido e uns dois meses depois do acidente já estava fazendo rafting... Foi difícil, sem dúvida, mas acredito que a mente manda e o corpo obedece. Existiram coisas muito mais difíceis na minha vida do que o acidente em si.
UOL Esporte -  Uma mensagem para outros para atletas e para quem acha loucura o que você faz.
André Cintra -
 Acreditem em vocês mesmos. Vocês são muito mais poderosos do que acreditam que são! Existe um potencial incrível dentro de cada um pronto a ser descoberto. Nada é loucura, o que é loucura é não realizar os próprios sonhos. No antigo templo da sabedoria na Grécia estava escrito na primeira entrada: Seja sempre ousado. Na segunda entrada, mais importante, estava escrito: Sejas sempre ousado. Na terceira, a mais importante de todas, estava escrito: Não sejas ousado em demasia. Acredito nisso.

Fonte:  http://esporte.uol.com.br/radicais/ultimas-noticias/2014/01/26/ele-corre-surfa-e-anda-de-bike-e-vai-disputar-a-paraolimpiada-de-inverno.htm

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domingo, 15 de dezembro de 2013

Filha faz linguagem de sinais para os pais surdos entenderem a apresentação de Natal




Fonte: http://tvuol.uol.com.br/assistir.htm?video=garotinha-adapta-musicas-para-pais-surdos-04020D1B3072E0B94326&tagIds=241&orderBy=mais-recentes&edFilter=all&time=all&=undefined&lista-editor=melhores-do-publico&
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sábado, 7 de dezembro de 2013

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Como uma cachorrinha resgatada em estado terminal mudou a vida de um garoto

O pequeno Jonny Hickey era um menino de 8 anos, isolado e solitário, devido ao autismo de que sofre. Sua vida estava prestes a mudar quando uma pequena cadela foi recolhida da rua em estado terminal, “mais pra lá do que pra cá” Essa instituição recolheu e cuidou da cadela, que por fim venceu a morte e se recuperou.
Em razão de sua recuperação tida como fantástica a pequena cachorrinha recebeu o nome de Xena em alusão a heroína, sua fama atravessou os muros do abrigo e foi parar no Facebook, onde tem milhares de seguidores, e a instituição decidiu fazer um encontro onde ela pudesse conviver com os admiradores e ser adotada. A honra coube à família de Jonny.
Hoje Xena vive na casa de Jonny e a sua mãe não tem dúvidas que ela é responsável por tocar o coração e fazer seu filho prestar atenção em outras coisas. Sua mãe conta que gastou milhares de dólares em terapia e remédios e tudo isso poderia ter sido substituído por uma única coisa, o amor de Xena pelo garoto, o amor e a lealdade que só um cachorro poderia lhe dar.

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