domingo, 10 de agosto de 2014

Menino ganha braço mecânico e realiza o sonho de abraçar os pais.

Um garotinho norte americano de 6 anos  de idade nunca havia abraçado seus pais com os dois braços como ele mesmo brincava.
E este garotinho conseguiu realizar o seu sonho graças a tecnologia 3D.
A responsável pelo invento foi a empresa E-nable especializada em peças robóticas, mãos e braços para crianças.
O pequeno Alex Pring realizou seu sonho e abraçou seus pais pela primeira vez na vida. Graças ao implante mecânico que substituiu seu braço. Alex nasceu sem o braço direito e sua família não tinha condições de dar pra ele uma prótese, pois o valor de uma chega a custar R$ 90 mil reias.
A empresa atendendo ao apelo da mãe de Alex resolveu ajudá-los e a prótese custou apenas 350 dólares, ou seja 114 vezes menos o valor que ela custaria.
“Quando me abraçou com os dois braços, ele simplesmente não queria sair”, disse  Alysson a mãe de Alex ao Sun.

Fonte:http://sacizento.bol.uol.com.br/blog/?p=12765
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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Após AVC, jovem que só mexe os olhos se forma na faculdade

 Britânica que só consegue mexer os olhos termina faculdade de história


  • Dawn Faizey Webster e o computador que transforma o movimento dos olhos em texto
A britânica Dawn Faizey Webster, 42, está se formando em história antiga pela Open University (Universidade Aberta, em tradução livre) após seis anos de curso -- feito que já seria motivo de orgulho para sua família. Para realizar esse desejo, Dawn enfrentou sua precária condição física: ela consegue mexer apenas os músculos dos olhos.

Dawn sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) em 2003 e, como sequela, teve paralisia total de quase todos os músculos do corpo, exceto os dos olhos. Além de piscar os olhos, ela também consegue fazer pequenos movimentos com a cabeça - a condição é conhecida como síndrome do encarceramento.

Sem poder falar ou se mover, Dawn começou a fazer faculdade em 2008.
A graduação foi realizada com a ajuda de um laptop que transforma o movimento dos olhos de Dawn em texto. Com o equipamento, ela consegue escrever até 50 palavras por hora. Nesse ritmo, provas que demorariam cerca de três horas chegaram a durar três semanas. 
Para escrever no laptop, ela empurra os botões fixados em ambos os lados da cabeça para mover o cursor na tela e pisca para registrar as letras. Segundo Dawn, o computador foi sua "tábua de salvação". 
Dawn contou ao tabloide britânico "Daily Mail" que ficou muito feliz e orgulhosa por ter conseguido o diploma e alcançado seu objetivo. "Quando eu tive meu acidente vascular cerebral, eu percebi que não seria capaz de fazer qualquer coisa física. Então, decidi usar a coisa que não tinha sido afetada, que foi o meu cérebro", afirmou. 

Além de sua graduação, a mulher também escreveu sua autobiografia e, agora, pretende fazer mestrado em história da arte. 

Dawn teve o AVC duas semanas após o nascimento de seu filho, Alexander. Os problemas começaram ainda na gravidez, quando ela foi diagnosticada com pré-eclâmpsia, doença associada à hipertensão da gestante. Atualmente, Alexander tem 11 anos.
Leia mais em: http://zip.net/bwpb9f

Fonte:  http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/educacao/2014/08/05/britanica-que-so-consegue-mexer-os-olhos-termina-faculdade-de-historia.htm
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quarta-feira, 30 de julho de 2014

II Congresso Nacional de Educação Especial e Inclusão

II Congresso Nacional de Educação Especial e Inclusão: Inclusão, Direto à Educação e as Possibilidades de Acesso à Escolarização


Evento

: Câmpus Catalão
: Nacional
: coneespi2014@hotmail.com
08 a 10 Setembro 2014

Núcleo de Estudos e Pesquisas em Práticas Educativas e Inclusão promove, entre os dias 8 a 10 de setembro, segunda edição de congresso nacional sobre Educação Especial e Inclusão


O Núcleo de Estudos e Pesquisas em Práticas Educativas e Inclusão (Neppein), o Departamento de Educação e o Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Goiás, através da Linha: Práticas Educativas, Políticas Educacionais e Inclusão, promovem o II Congresso Nacional de Educação Especial e Inclusão - Coneespi, que acontecerá no período de 8 a 10 de setembro de 2014, na Regional Catalão da Universidade Federal de Goiás, em Catalão, Goiás, com a temática Inclusão, Direto à Educação e as Possibilidades de Acesso à Escolarização.
II Coneespi visa promover o debate, a socialização e a divulgação de ações de estudo e pesquisa que investigam a educação e inclusão de pessoas com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
O evento organiza-se por meio de conferência, mesas redondas, colóquios, comunicação oral de trabalhos e minicursos.
Para maiores informações confira abaixo o convite e as normas para submissão de trabalhos ou acesse o site do evento: http://IIconeespi.catalao.ufg.br.

Fonte : Neppein
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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Jovem de 15 anos cria aparelho que ajuda cegos a identificarem cores

Matías Apablaza, 15, é um estudante do Instituto Tecnológico del Comahue, da cidade de Neuquén, na Patagônia. O adolescente, que é fã do inventor Nikola Tesla e dos físicos Albert Einstein, Isaac Newton e Max Planck, criou um equipamento que pode ajudar pessoas cegas a "enxergar" cores. 
Apablaza desenvolveu um dispositivo portátil e de baixo custo que converte a cor (um conceito abstrato) em sons associados. Cada cor seria representada por um som diferente.

O adolescente, que aprendeu a programar por conta própria vendo vídeos na internet desde os 9 anos de idade, buscou inspiração nos deficientes visuais de uma instituição que realiza trabalhos de macramé (técnica de tecer fios) e têm dificuldade para reconhecer as cores das linhas usadas. Os deficientes contaram a Matías Apablaza que os dispositivos existentes que distinguiam as cores eram muito caros e, portanto, inacessíveis para a instituição.

O jovem procurou então criar um equipamento pequeno, que coubesse no bolso da calça, e que fosse fácil de usar. Ele considerou ainda a possibilidade de alguns smartphones realizarem a conversão de cores para sons, tornando a máquina acessível a todos.
A invenção lhe valeu o primeiro lugar na primeira edição argentina do concurso da Feira de Ciência do Google. Com o prêmio no valor de US$ 1.000 (cerca de R$ 2.246), Matías Apablaza pretende aprimorar seu dispositivo.

No dia 22 de setembro, um vencedor global entre um grupo de 15 finalistas escolhidos, cujos nomes serão anunciados em agosto, será premiado com US$ 50.000, uma viagem para as Ilhas Galápagos e experiência no CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear), no Google e no Grupo LEGO, além do livre acesso durante um ano aos arquivos digitais da "Scientific American" para a escola do vencedor.

Leia mais em: http://zip.net/bhn9vC

Fonte:  http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/2014/07/31/jovem-de-15-anos-cria-aparelho-que-ajuda-cegos-a-identificarem-cores.htm
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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Menina com atrofia muscular supera previsão médica e vira filme

Íris Oliveira tem nove anos e um sorriso encantador. Apesar da pouca idade, já registra uma história de obstáculos e conquistas. Em 28 de setembro, vai chegar ao décimo aniversário, sete anos a mais do que a previsão que teve ao completar 1 ano e dois meses, quando foi diagnosticada com atrofia muscular espinhal (AME), doença das células que leva à fraqueza e à atrofia muscular com prejuízo de movimentos voluntários, como segurar a cabeça, sentar e andar.

De presente, ela também ganha um curta-metragem, que relata um pouco de sua história de vida.
Nascida em Curitiba, Íris mora em Uberlândia, no interior de Minas Gerais, desde os dois anos. Os pais, a artista plástica Aline Giuliani e o skatista profissional Ricardo Porva, descobriram a doença porque ela engatinhava, mas não andava nem conseguia ficar em pé sozinha.

"Achamos estranho e a levamos a uma neurologista bem conceituada em Curitiba. Ela nos deu o diagnóstico depois de alguns exames. A resposta foi dada da forma mais dura possível. Ela nos disse que Íris só sobreviveria até os três anos de idade. A atrofia a impossibilitaria de se desenvolver", conta a mãe.
O casal diz que foi difícil assimilar tudo o que a neurologista havia falado. "Para o Ricardo foi mais difícil. Ele ficou um mês fechado. Sem conversar direito e em uma tristeza de dar dó", afirma Aline. "Foi muito duro tudo o que a médica falou. Eu acreditei que minha filha poderia ir embora precocemente e tentava entender", explica Porva.
Foram então em busca de ajuda e de métodos para ajudar a filha a se desenvolver. Giuliani encontrou o apoio em outras mães, cujos filhos tinham a mesma doença. Ele buscou no esporte força para continuar lutando. Em 2006, quando Íris faria dois anos, ele foi campeão em um torneio na República Tcheca. 
Reprodução

Cena do filme "Antes que os Pés Toquem o Céu", de Renato Cabral, comemora os quase dez anos de idade de Íris Oliveira
A primeira bicicleta
Íris fazia fisioterapia duas vezes por semana por orientação médica. Segundo Giuliani, os médicos tinham medo que ela sofresse fadiga muscular se fizesse muito esforço. "Mas um dia eu olhei para ela, com aquele sorriso todo e cheia de energia, e percebi que ela não podia ficar parada. Decidimos que ela tinha que se movimentar. Sempre que ela queria algo, nós a fazíamos engatinhar e buscar."
Assim, Íris ganhou a primeira bicicleta, aos três anos. Os pais amarravam os pés dela ao pedal da bicicleta com fita adesiva, seguravam suas pernas e a estimulavam a pedalar. "Sempre praticamos esportes. Não tinha motivos para ela ficar só com a fisioterapia", disse Porva.
Além da dificuldade de se locomover, Íris passou a sofrer com doenças respiratórias, comuns em crianças com atrofia muscular espinhal. Ela teve pneumonia e chegou a ficar internada na UTI. "Foram os quatro piores dias. Tive muito medo de que houvesse uma complicação maior e ela precisasse ficar mais tempo internada", conta a mãe.

O clima frio de Curitiba fazia com que Íris adoecesse com facilidade, por isso decidiram se mudar para Uberlândia, com clima mais estável. "Até hoje, se bate um ventinho, eu a agasalho. Tenho muito medo de vê-la doente."
Dois anos depois de se mudarem para o interior de Minas Gerais, Porva perdeu um patrocínio, ficou desempregado e o casal passou por dificuldades financeiras. "Eu me lembro que a Íris tinha um urso que ficava ao lado da cama. Era lá que o Ricardo guardava o dinheiro que ganhava nas competições. Quando chegou a esse período crítico, nós abrimos e contamos as notas. Pegamos tudo e demos de entrada na casa que moramos em Uberlândia", diz Giuliani.
Enquanto a mãe fazia artesanato, o pai começou a dar aulas de skate e fazer edição de vídeos para se manterem. "Nós poderíamos ficar sem luz, sem água, sem nada, mas a fisioterapia da Íris estava garantida", diz Giuliani.

Após uma reportagem, o Centro de Pesquisas Terapêutico em Curitiba propôs um módulo de fisioterapia intensiva para Íris. Mas eles teriam de arcar com os custos da viagem.
Rifas, bazares beneficentes e eventos ajudaram na arrecadação do dinheiro para garantir o tratamento. Ela vai a Curitiba pelo menos uma vez a cada seis meses. "Nós sempre nos esforçamos para dar a melhor condição de vida para a Íris. Ver o sorriso dela é a nossa recompensa", conta o pai.
Hoje, ela estuda em uma das melhores escolas particulares de Uberlândia, graças a uma bolsa integral que a família ganhou. Faz natação duas vezes por semana, vai a fisioterapia, faz artesanato e sempre que pode acompanha o pai nos treinos de skate. "Eu não me sinto uma criança diferente. Estudo, pratico esporte e estou sempre em contato com as outras crianças", diz Íris.

O filme

Toda essa história de lutas e conquistas virou um curta-metragem pelas mãos do cineasta Renato Cabral em um roteiro batizado de "Antes que os Pés Toquem o Céu". "Quando aquela menina nasceu, eles disseram que ela não viveria muito tempo. Mas as histórias de amor mais bonitas são mesmo aquelas que ninguém acreditava que poderiam durar", diz Cabral.
A ideia de fazer da história um roteiro de filme surgiu no início do ano, após Ricardo Porva procurar o cineasta para um projeto que contava sua jornada de atleta. "Nunca acreditei em um filme de skate, mas o conheci, me aproximei mais da sua família, conheci sua mulher e a Íris. E percebi que a luta daquela família para manter a menina Íris viva e vivendo nas melhores condições era, sim, uma história de amor única."
De uma forma poética e sensível, o curta retrata a importância de ser forte, inclusive na hora da morte. "Eu não queria falar sobre a doença, as dificuldades, o tratamento. Eu queria que o filme e sua mensagem fossem algo muito íntimo, quase um recado de um pai ou de uma mãe para sua filha, sussurrado ao pé do ouvido". Assista ao filme em https://www.youtube.com/watch?v=i3sNJS1WZRw.
Leia mais em: http://zip.net/bkn8CW

Fonte:  http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/2014/07/29/historia-de-crianca-com-deficiencia-vira-roteiro-de-filme.htm
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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Empresa alia inclusão e lucro com impressões em braille

Empreendedor aproveita o crescimento da preocupação com deficientes visuais e cria negócio para adaptar cardápios e livros.


Criada pelo paulistano Roberto Gallo, a Livre Acesso é especializada em fazer traduções e impressões em braile
Foto: Shutterstock
A crescente preocupação com a acessibilidade está abrindo novas possibilidades de negócios. Aproveitando a maior atenção dispensada aos deficientes visuais nos últimos anos, o paulistano Roberto Gallo criou a Livre Acesso Braille, empresa especializada na produção de livros e cardápios em braille. 
Após trabalhar durante mais de uma década em uma fundação de assistência a deficientes visuais, Roberto decidiu montar seu próprio negócio no ano passado. Assim, ele investiu em impressoras, contratou pessoal e passou a traduzir e imprimir material em braille.
“É uma linguagem que já existe no Brasil há 160 anos. Há uma lei na cidade de São Paulo que desde 1997 obriga todos os estabelecimentos que comercializam refeições a ter pelo menos um exemplar do cardápio em braille. São cerca de 200 mil locais deste tipo, e nos últimos três anos eles passaram a se preocupar cada vez mais com este tema”, explica Gallo.

Além de bares e restaurantes, a Livre Acesso também trabalha com livros didáticos de escolas de inglês, por exemplo. Uma primeira tradução do texto para o braille é feita por um software, mas um profissional com experiência no uso da linguagem precisa acompanhar o processo, pois é necessário inserir  caracteres e códigos específicos para garantir que a adaptação seja bem sucedida e, depois de passar pelo software, o texto em braille deve ser submetido a uma revisão rigorosa.O empreendedor afirma que sua ideia não é só montar um negócio, mas ajudar os deficientes visuais a exercerem sua cidadania e terem acesso a informação por conta própria. “Falar desta lei sempre é nosso último recurso. Procuramos despertar no empresário a consciência da necessidade de dar atenção ao deficiente visual, para que ele seja incluído como um consumidor importante”, diz.
“Em geral, um cardápio leva até sete dias úteis para ficar pronto. A Livre Acesso tem apenas sete meses de vida, mas já conta com  quatro funcionários e atende todo o país por meio do Sedex. O crescimento está sendo rápido”, afirma Gallo.
Fonte:  http://economia.terra.com.br/vida-de-empresario/empresa-alia-inclusao-e-lucro-com-impressoes-em-braille,2c7cfab6948d5410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html
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