segunda-feira, 6 de abril de 2015

II Seminário Sobre Acessibilidade Na UFG - Inscrições abertas!

O Núcleo de Acessibilidade da Pró-reitoria de Graduação (PROGRAD), em parceria com o Departamento de Desenvolvimento de Recursos Humanos (DDRH), promoverá o II Seminário Sobre Acessibilidade Na UFG, nas Regionais Goiânia, Jataí e Goiás.
O objetivo é discutir a acessibilidade no ensino superior e na UFG, para conhecer a realidade dos alunos com necessidades educativas especiais, apontando formas de reduzir barreiras que impedem a inclusão e a permanência desses alunos no ambiente universitário.
A ação tem como público-alvo os servidores (técnico-administrativos e docentes), os colaboradores (bolsistas, estagiários e terceirizados) e os alunos da UFG, além de pessoas da comunidade que se interessam por essa temática.
Além de promover o debate, a ação oferece uma carga-horária de 4 horas certificadas, que integram o programa de capacitação para servidores da UFG.

AçãoLocalDataHorárioC.HVagas
II Seminário sobre Acessibilidade na UFG - Regional Goiânia
Auditório da Biblioteca Central - Câmpus Samambaia5/5

Quinta
8 h às 12 h4hs200
II Seminário sobre Acessibilidade na UFG - Regional JataíAuditório Maior do Câmpus Jatobá - Regional Jataí30/4
Quinta
7:30 h às 11:30h4hs150
II Seminário sobre Acessibilidade na UFG - Regional Goiás
Auditório da Unidade Acadêmica Especial de Ciências Humanas - Regional Goiás28/4
Terça
18 h às 22 h4hs160
Fonte : CCD/UFG

DDRH - Departamento de Desenvolvimento de Recursos Humanos - II Seminário Sobre Acessibilidade Na UFG - Inscrições abertas!
DDRH - Departamento de Desenvolvimento de Recursos Humanos
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quinta-feira, 19 de março de 2015

Apps oferecem cultura a cegos e surdos

Dois aplicativos de empresas diferentes oferecem cultura a deficientes visuais e auditivos e ainda esperam faturar de R$ 1,5 milhão a R$ 4 milhões no ano.
A empresa Hand Talk, de Maceió, desenvolveu um aplicativo que traduz textos da web para a língua de sinais (libras), usada na comunicação de pessoas com surdez. Com o produto, a empresa pretende faturar R$ 4 milhões em 2015.
Já a carência de acessibilidade nos museus inspirou a paulistana Mobile2You a desenvolver um aplicativo para ajudá-los a entender e apreciar as obras expostas. O app pode render até R$ 1,5 milhão à empresa.
Com o app Visita Guiada instalado no celular ou tablet, basta o usuário ligar a função bluetooth e se aproximar de uma obra. Imediatamente, o aparelho exibe na tela uma descrição na língua de sinais (libras) e reproduz a mesma explicação em áudio. No caso dos surdos, a explicação oferece informações de contexto das obras que seriam dadas por monitores. 
O app foi desenvolvido pela empresa Mobile2You, que desenvolve os programas para os museus e exposições sob encomenda e espera faturar R$ 1,5 milhão em 2015. A primeira exposição a contar com o aplicativo Visita Guiada fica na Acerp (Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto), no Rio de Janeiro.
Para que o usuário tenha acesso às descrições, cada obra precisa ter um emissor de dados próximo dela. "A uma certa distância [menos de um metro], o dispositivo envia as informações para o tablet ou smartphone", diz Caio Bretones, 26, fundador da Mobile2You.
Caso o aparelho do usuário não tenha bluetooth, também é possível receber o conteúdo por meio da leitura de um código (QR Code) ao lado da obra. No entanto, é preciso que o aparelho tenha câmera fotográfica e conexão com a internet.
O custo para desenvolver o aplicativo para uma exposição pode chegar a R$ 100 mil, dependendo da complexidade do trabalho e da quantidade de obras no acervo, segundo o empresário.

Desenvolvimento de aplicativo pode levar quatro meses

As descrições em áudio ou libras duram cerca de um minuto e meio para cada obra. Para gravar as explicações, a Mobile2You contrata os serviços de intérpretes. De acordo com Bretones, o desenvolvimento de um aplicativo pode durar de três a quatro meses.
"O aplicativo permite que pessoas com deficiência visual ou auditiva visitem museus sem depender de alguém para descrever as obras para elas", afirma. "O museu, por sua vez, tem o ganho desse público, que antes deixava de ir ao local por falta de acessibilidade."

Retorno financeiro é demorado

Ganhar dinheiro com aplicativos é a nova onda entre os jovens, segundo Leonardo Dias, diretor de tecnologia do Cietec (Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia), da USP. No entanto, de acordo com ele, de forma geral, faltam planejamento e visão de negócio aos empreendedores de tecnologia.
"Muitos lançam o aplicativo sem entender quem é o público-alvo, que problema vão resolver, aonde querem chegar e quanto isso vai custar", afirma. "É preciso planejamento, pesquisar o tamanho do mercado e ouvir sugestões de pessoas interessadas naquela ideia."
Segundo Dias, há uma visão romântica em torno do negócio que não acontece na prática. "Criar um aplicativo é só um dos passos da empresa. Ela precisa ter clientes, gerar lucro e fazer novos aplicativos", diz. "O retorno financeiro é um processo demorado, incompatível com o imediatismo do jovem."

As reportagens do UOL têm um recurso de acessibilidade para quem tiver qualquer grau de deficiência visual. Basta acionar o botão "Ouvir texto" que fica ao lado das áreas de compartilhamento, no alto de cada reportagem, e escutar a leitura da notícia.

Onde encontrar:

Hand Talk: www.handtalk.me
Mobile2You: www.mobile2you.com.br
Fonte:  http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2015/03/19/apps-oferecem-cultura-a-cegos-e-surdos-e-esperam-faturar-ate-r-4-milhoes.htm
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Turismo Acessível fornece informações de viagem para deficientes

Lançado pelo Ministério do Turismo, app tem mais de 530 mil estabelecimentos cadastrados

O Ministério do Turismo lançou recentemente um aplicativo que pode ajudar pessoas com deficiência física a ter uma viagem de férias mais agradável. O aplicativo Turismo Acessível é um app de turismo voltado para pessoas com deficiência física.
O aplicativo traz, por exemplo, informações sobre a existência de rampas para cadeirantes, menus em braile, banheiros adaptados e piso tátil para deficientes visuais em hotéis e atrações turísticas como parques, museus e praias. A ferramenta traz um banco de dados de 530 mil estabelecimentos, que podem ser avaliados pelos usuários. 
O aplicativo é uma extensão do site Guia de Turismo Acessível, lançado em junho do ano passado. As funções do aplicativo são exatamente as mesmas do portal: o usuário se cadastra e pode consultar os estabelecimentos de interesse e avaliar aqueles que já visitou.
O app é grátis para Android e iPhone.
Fonte:  http://tecnologia.ig.com.br/2015-02-13/app-do-dia-turismo-acessivel-fornece-informacoes-de-viagem-para-deficientes.html
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Então é Natal...

Natal somos nós quando decidimos nascer de novo, a cada dia, nos transformando. 
Somos o pinheiro de natal quando resistimos vigorosamente aos tropeços da caminhada. 
Somos os enfeites de natal quando nossas virtudes, nossos atos, são cores que adornam.
Somos os sinos do natal quando chamamos, congregamos e procuramos unir. 
Somos luzes do natal quando simplificamos e damos soluções. 
Somos presépios do natal quando nos tomamos pobres para enriquecer a todos. Somos os anjos do natal quando cantamos ao mundo o amor e a alegria. 
Somos os pastores de natal quando enchemos nossos corações vazios com Aquele que tudo tem. 
Somos estrelas do natal quando conduzimos alguém ao Senhor. 
Somos os Reis Magos quando damos o que temos de melhor, não importando a quem. 
Somos as velas do natal quando distribuímos harmonia por onde passamos Somos Papai Noel quando criamos lindos sonhos nas mentes infantis.
Somos os presentes de natal quando somos verdadeiros amigos para todos. 
Somos cartões de natal quando a bondade está escrita em nossas mãos. Somos as missas do natal quando nos tomamos louvor, oferenda e comunhão. 
Somos as ceias do natal quando saciamos de pão, de esperança, qualquer pobre do nosso lado. Somos as festas de natal quando nos despimos do luto e vestimos a gala. 
Somos sim, a Noite Feliz do Natal, quando humildemente e conscientemente, mesmo sem símbolos e aparatos, sorrimos com confiança e ternura na contemplação interior de um Natal perene que estabelece seu Reino em nós. 


Feliz Natal a todos  e que 2015 venha cheio de novas surpresas e oportunidades!!
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Calçado indiano com GPS para ajudar pessoas cegas

  • Calçado com GPS foi desenvolvido por dois indianos
Desenvolvidos por dois jovens indianos para ajudar pessoas cegas, os sapatos munidos com GPS se tornaram um sucesso enorme no país e devem ser inseridos no mercado internacional com pedidos de compra de 20 países até o momento.

Com palmilhas com conexão Bluetooth que recebem ordens desde um telefone celular no qual é estabelecido o percurso através do Google Maps, os sapatos Lechal, "leve-me contigo" em híndi, abriram um segmento inovador do mercado, ao mesmo tempo que colaboram com organizações de cegos.

Um de seus inventores, Krispian Lawrence, assegurou à Agência Efe que desde seu lançamento ao mercado em setembro, foram recebidos cerca de três mil pedidos de compra, primeiro para a própria Índia e "cada vez mais no exterior".

Este calçado foi patenteado como o primeiro a utilizar este sistema de navegação por satélite através do servidor do Google. Cada sapato vibra, para direita ou para esquerda, para indicar as curvas necessárias no trajeto marcado.

O design é obra de Lawrence e seu parceiro Anirudh Sharma, dois jovens de 30 e 28 anos, respectivamente, formados nos Estados Unidos, onde adquiriram experiência em novas tecnologias e no campo das patentes.

De volta a seu país, ambos fundaram em 2011 no estado de Telangana a empresa tecnológica Ducere Technologies, que conta com 50 empregados com uma média de idade que ronda os 25 anos e cujo produto principal são estes sapatos compatíveis com tecnologias Android, IOS e Windows.

O calçado é vendido acompanhado de baterias e de um carregador universal como os utilizados para recarregar telefones celulares.

"Estamos aumentando as rotas de distribuição" para canalizar a mais países os pedidos recebidos pelo site da empresa, afirmou Lawrence.

Embora sua comercialização tenha ficado evidente entre corredores e ciclistas, o leque de clientes é crescente, explicou o empresário. "Vivemos em um mundo que se guia muito por modas e agora a moda é a tecnologia", disse.

Além de marcar a rota, os aplicativos informáticos utilizados, disponíveis em vários idiomas, permitem também conhecer dados como as calorias consumidas, a distância percorrida e o tempo de percurso.

O preço deste calçado inteligente oscila entre US$ 100 e US$ 150, mas a companhia tecnológica colabora com ONGs como o Instituto do Olho L.V. Prasad de Hyderabad, capital do estado, que podem adquirir o produto por um custo menor.

Os sapatos ajudam pessoas com dificuldades de visão a seguir uma rota, como complemento a outras tecnologias que advertem sobre os obstáculos em seu caminho.

Embora desenhados na Índia, os Lechal são fabricados na China. "Mas vamos transferir a produção para Índia assim que pudermos e já temos estudadas até 14 possíveis localizações para a fábrica", contou Lawrence.

Os sapatos com GPS seguem a saga de invenções em calçado que nos últimos anos se proliferaram. Em 2012, uma empresa dos Estados Unidos, GTX, começou a vender modelos com um localizador por satélite pensados para o acompanhamento de pessoas com Alzheimer que correm o risco de se perder.

Há também dois anos, um artista britânico, Dominic Wilcox, desenvolveu sapatos com um chip no qual é gravado uma rota que depois vai indicando, por meio de luzes led, a direção a seguir no pé direito e a distância restante até o destino no esquerdo.

Wilcox se inspirou em Dorothy e sua travessia em "O mágico de Oz" com sapatos mágicos que o permitiram voltar para casa.
Fonte:  http://economia.uol.com.br/noticias/efe/2014/12/18/calcado-indiano-com-gps-conquista-mercado-internacional.htm
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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Impressora 3D ajuda mulher paralisada a andar

Paralisada da cintura para baixo por causa de um acidente de esqui em 1992, agora a australiana radicada nos EUA desafia essa previsão com a ajuda de um exoesqueleto impresso em 3D, relata a CNET.
O traje personalizado, desenvolvido pela 3D Systems e EksoBionics, permite que ela fique em pé e caminhe sozinha.
“O projeto foi muito específico porque nunca havíamos impresso peças em 3D que entram em contato com proeminências ósseas, o que pode provocar escoriações”, explica Scott Summit, diretor de design funcional da 3D Systems. As lesões de contato são uma preocupação porque os deficientes raramente sentem a aspereza de uma prótese.
Os designers projetaram o traje com dados fornecidos por um escaneamento corporal. Ele se encaixa por meio de tiras de velcro sobre os elementos mecânicos fabricados pela EksoBionics, protegendo Amanda das contusões e até do suor, já que o tecido permite que a pele respire.
O processo de criação do traje pioneiro levou três meses. Amanda é uma das dez pessoas que estão testando o novo sistema.
“Depois de anos sonhando com isso, estou profundamente grata e emocionada por fazer história caminhando com minhas próprias pernas”, declarou Amanda em um comunicado.
Fonte: http://www.brasil.discovery.uol.com.br/tecnologia/impressora-3d-ajuda-mulher-paralisada-a-andar/

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