sexta-feira, 29 de maio de 2015

Seduce oferece vagas para cursos de capacitação em Libras I

Inscrições abertas também para Formação em Atendimento Educacional Especializado – Português como Segunda Língua para Surdos.



O Centro de Capacitação de Profissionais da Educação e Atendimento às Pessoas com Surdez (CAS) da Gerência de Ensino Especial da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte (Seduce) está com inscrições abertas ao processo seletivo destinado a formar novas turmas para os cursos presenciais de Libras I e Formação em Atendimento Educacional Especializado: Língua Portuguesa como Segunda Língua para Surdos I.
As vagas são limitadas e serão preferencialmente reservadas aos profissionais da rede estadual de ensino (professores de classes comuns ou que atuam em classes especiais e em escolas especiais) e aos familiares de surdos. O restante das vagas (20%) será destinado aos interessados em geral. Os cursos terão início na primeira semana de agosto.
No curso de Libras I são 160 vagas, distribuídas nos períodos matutino (40), vespertino (40) e noturno (80). Já a Formação em AEE oferece 40 vagas no período da noite. Para esta turma exige-se formação superior completa ou estar cursando alguma licenciatura ou bacharelado.
Inscrições serão aceitas até às 21 horas do dia 22 de junho exclusivamente pela internet: http://cascursolibrasgoias.blogspot.com.br/. Depois de preenchida, a ficha de inscrição deverá ser encaminhada ao e-mail casgoiania@gmail.com.
Selecionados
A seleção dos inscritos será feita nos dias 23 e 24 de junho e o resultado será divulgado no dia 25 por meio do site do CAS. O candidato selecionado que não comparecer na data prevista de matrícula, de 26 a 30 de junho, perderá a vaga. Uma nova seleção será feita e um novo prazo de matrícula estabelecido: de 6 a 10 de julho. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (62) 3201-7373. Confira o edital em https://drive.google.com/file/d/0BwdDFwhxFzswa0hKTlN0ZVZjenM/view. A ficha de inscrição pode ser baixada pelo https://drive.google.com/file/d/0BwdDFwhxFzswN2FSU0JXdWlNLTQ/view


Fonte:  http://portal.seduc.go.gov.br/SitePages/Noticia.aspx?idNoticia=1479
Leia mais...

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Tetraplegico levanta copo com braço robótico controlado por chip no cérebro


Erik foi baleado aos 21 anos e sonhava em beber cerveja sozinho; avanço foi publicado na revista científica Science

Um homem conseguiu controlar um braço robótico por meio de um chip implantado em seu cérebro.
O chip permitiu que Erik Sorto, da Califórnia, bebesse um gole de uma bebida, sem ajuda, pela primeira vez em dez anos.
Os detalhes, publicados na revista científica Science, revelam como sinais elétricos complexos de seu cérebro puderam ser interpretados em comandos para o braço.
Controle da mente
Tentativas anteriores de robótica controladas pelo cérebro haviam se concentrado no córtex motor - a região responsável pela ação individual dos músculos.
Mas a equipe americana implantou o chip no córtex parietal posterior - a parte do cérebro que cuida da intenção inicial.
É a diferença entre decidir pegar uma caneca e enviar a mensagem para a sua mão se mover em direção a ela.
A equipe espera que essa abordagem seja mais intuitiva.
"A primeira vez que experimentou o braço robótico, ele conseguiu repetir o gesto de um estudante que estendeu a mão para cumprimentá-lo, como se estivessem apertando as mãos. Para ele, foi uma grande emoção", disse um dos pesquisadores, Richard Andersen, da Caltech.

Homem também fez uma vitamina com o braço
Com treinamento, ele melhorou o controle até poder levantar o copo levando-o até sua boca e também controlar o cursor em uma tela de computador.
"Brinquei com os caras que eu queria beber cerveja sozinho, para poder fazê-lo no meu próprio ritmo quando quiser tomar um gole da minha cerveja e não ter que pedir a alguém para me dar", disse Sorto.
"Eu realmente sinto falta dessa independência. Acho que se eu fosse seguro, eu gostaria me de arrumar sozinho - fazer a barba, escovar meus dentes. Isso seria fantástico."
Mas os avanços ainda estão restritos aos laboratórios.
Pesquisas sobre aproveitar um cérebro saudável para superar as deficiência de um corpo danificado estão avançando rapidamente, principalmente nos Estados Unidos.
Cathy Hutchinson usou um braço robótico para se servir um drink pela primeira vez desde um derrame há 15 anos.
Jan Scheuermann foi capaz de segurar e mover diversos objetos com precisão, como com um braço normal.
Mas os avanços ainda estão restritos aos laboratórios.
O procedimento requer um implante com fios que saem do cérebro, o que pode representar risco de infecção.
Cientistas também querem monitorar ainda mais células para melhorar o controle.
Em um comentário sobre a pesquisa, os pesquisadores Andrew Pruszynski e Jorn Diedrichsen afirmaram: "Os resultados representam mais um passo em direção a fazer o cérebro controlar um membro robótico uma realidade."
"Mas, apesar dos passos impressionantes dados nos últimos 15 anos, essas próteses ligadas a neurônios ainda têm um caminho significativo a percorrer antes de intervenções terapêuticas práticas."
Fonte:  http://saude.ig.com.br/2015-05-22/tetraplegico-levanta-copo-com-braco-robotico-controlado-por-chip-no-cerebro.html


Leia mais...

domingo, 10 de maio de 2015

segunda-feira, 6 de abril de 2015

II Seminário Sobre Acessibilidade Na UFG - Inscrições abertas!

O Núcleo de Acessibilidade da Pró-reitoria de Graduação (PROGRAD), em parceria com o Departamento de Desenvolvimento de Recursos Humanos (DDRH), promoverá o II Seminário Sobre Acessibilidade Na UFG, nas Regionais Goiânia, Jataí e Goiás.
O objetivo é discutir a acessibilidade no ensino superior e na UFG, para conhecer a realidade dos alunos com necessidades educativas especiais, apontando formas de reduzir barreiras que impedem a inclusão e a permanência desses alunos no ambiente universitário.
A ação tem como público-alvo os servidores (técnico-administrativos e docentes), os colaboradores (bolsistas, estagiários e terceirizados) e os alunos da UFG, além de pessoas da comunidade que se interessam por essa temática.
Além de promover o debate, a ação oferece uma carga-horária de 4 horas certificadas, que integram o programa de capacitação para servidores da UFG.

AçãoLocalDataHorárioC.HVagas
II Seminário sobre Acessibilidade na UFG - Regional Goiânia
Auditório da Biblioteca Central - Câmpus Samambaia5/5

Quinta
8 h às 12 h4hs200
II Seminário sobre Acessibilidade na UFG - Regional JataíAuditório Maior do Câmpus Jatobá - Regional Jataí30/4
Quinta
7:30 h às 11:30h4hs150
II Seminário sobre Acessibilidade na UFG - Regional Goiás
Auditório da Unidade Acadêmica Especial de Ciências Humanas - Regional Goiás28/4
Terça
18 h às 22 h4hs160
Fonte : CCD/UFG

DDRH - Departamento de Desenvolvimento de Recursos Humanos - II Seminário Sobre Acessibilidade Na UFG - Inscrições abertas!
DDRH - Departamento de Desenvolvimento de Recursos Humanos
Leia mais...

quinta-feira, 19 de março de 2015

Apps oferecem cultura a cegos e surdos

Dois aplicativos de empresas diferentes oferecem cultura a deficientes visuais e auditivos e ainda esperam faturar de R$ 1,5 milhão a R$ 4 milhões no ano.
A empresa Hand Talk, de Maceió, desenvolveu um aplicativo que traduz textos da web para a língua de sinais (libras), usada na comunicação de pessoas com surdez. Com o produto, a empresa pretende faturar R$ 4 milhões em 2015.
Já a carência de acessibilidade nos museus inspirou a paulistana Mobile2You a desenvolver um aplicativo para ajudá-los a entender e apreciar as obras expostas. O app pode render até R$ 1,5 milhão à empresa.
Com o app Visita Guiada instalado no celular ou tablet, basta o usuário ligar a função bluetooth e se aproximar de uma obra. Imediatamente, o aparelho exibe na tela uma descrição na língua de sinais (libras) e reproduz a mesma explicação em áudio. No caso dos surdos, a explicação oferece informações de contexto das obras que seriam dadas por monitores. 
O app foi desenvolvido pela empresa Mobile2You, que desenvolve os programas para os museus e exposições sob encomenda e espera faturar R$ 1,5 milhão em 2015. A primeira exposição a contar com o aplicativo Visita Guiada fica na Acerp (Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto), no Rio de Janeiro.
Para que o usuário tenha acesso às descrições, cada obra precisa ter um emissor de dados próximo dela. "A uma certa distância [menos de um metro], o dispositivo envia as informações para o tablet ou smartphone", diz Caio Bretones, 26, fundador da Mobile2You.
Caso o aparelho do usuário não tenha bluetooth, também é possível receber o conteúdo por meio da leitura de um código (QR Code) ao lado da obra. No entanto, é preciso que o aparelho tenha câmera fotográfica e conexão com a internet.
O custo para desenvolver o aplicativo para uma exposição pode chegar a R$ 100 mil, dependendo da complexidade do trabalho e da quantidade de obras no acervo, segundo o empresário.

Desenvolvimento de aplicativo pode levar quatro meses

As descrições em áudio ou libras duram cerca de um minuto e meio para cada obra. Para gravar as explicações, a Mobile2You contrata os serviços de intérpretes. De acordo com Bretones, o desenvolvimento de um aplicativo pode durar de três a quatro meses.
"O aplicativo permite que pessoas com deficiência visual ou auditiva visitem museus sem depender de alguém para descrever as obras para elas", afirma. "O museu, por sua vez, tem o ganho desse público, que antes deixava de ir ao local por falta de acessibilidade."

Retorno financeiro é demorado

Ganhar dinheiro com aplicativos é a nova onda entre os jovens, segundo Leonardo Dias, diretor de tecnologia do Cietec (Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia), da USP. No entanto, de acordo com ele, de forma geral, faltam planejamento e visão de negócio aos empreendedores de tecnologia.
"Muitos lançam o aplicativo sem entender quem é o público-alvo, que problema vão resolver, aonde querem chegar e quanto isso vai custar", afirma. "É preciso planejamento, pesquisar o tamanho do mercado e ouvir sugestões de pessoas interessadas naquela ideia."
Segundo Dias, há uma visão romântica em torno do negócio que não acontece na prática. "Criar um aplicativo é só um dos passos da empresa. Ela precisa ter clientes, gerar lucro e fazer novos aplicativos", diz. "O retorno financeiro é um processo demorado, incompatível com o imediatismo do jovem."

As reportagens do UOL têm um recurso de acessibilidade para quem tiver qualquer grau de deficiência visual. Basta acionar o botão "Ouvir texto" que fica ao lado das áreas de compartilhamento, no alto de cada reportagem, e escutar a leitura da notícia.

Onde encontrar:

Hand Talk: www.handtalk.me
Mobile2You: www.mobile2you.com.br
Fonte:  http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2015/03/19/apps-oferecem-cultura-a-cegos-e-surdos-e-esperam-faturar-ate-r-4-milhoes.htm
Leia mais...

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Turismo Acessível fornece informações de viagem para deficientes

Lançado pelo Ministério do Turismo, app tem mais de 530 mil estabelecimentos cadastrados

O Ministério do Turismo lançou recentemente um aplicativo que pode ajudar pessoas com deficiência física a ter uma viagem de férias mais agradável. O aplicativo Turismo Acessível é um app de turismo voltado para pessoas com deficiência física.
O aplicativo traz, por exemplo, informações sobre a existência de rampas para cadeirantes, menus em braile, banheiros adaptados e piso tátil para deficientes visuais em hotéis e atrações turísticas como parques, museus e praias. A ferramenta traz um banco de dados de 530 mil estabelecimentos, que podem ser avaliados pelos usuários. 
O aplicativo é uma extensão do site Guia de Turismo Acessível, lançado em junho do ano passado. As funções do aplicativo são exatamente as mesmas do portal: o usuário se cadastra e pode consultar os estabelecimentos de interesse e avaliar aqueles que já visitou.
O app é grátis para Android e iPhone.
Fonte:  http://tecnologia.ig.com.br/2015-02-13/app-do-dia-turismo-acessivel-fornece-informacoes-de-viagem-para-deficientes.html
Leia mais...