domingo, 16 de julho de 2017

Capacitação para trabalhar com tecnologias assistivas

QUEM SOMOS
Somos uma equipe especializada em Tecnologia Assistiva (TA) e comprometida com a inclusão de pessoas com deficiências na educação, no trabalho, no lazer, na cultura, na sociedade.
"Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social" (ATA VII - Comitê de Ajudas Técnicas - CAT).
A ASSISTIVA - TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO tem como principal objetivo oferecer conhecimentos e informações, realizar a formação e produzir pesquisas que possam ser úteis a órgãos, instituições e entidades que atendem pessoas com deficiências. Estamos preparados também para o atendimento direto ao usuário no sentido de avaliar, indicar e disponibilizar recursos de tecnologia assistiva, bem como acompanhar o uso desses recursos e sugerir eventuais adequações.

NOSSO PRINCIPAL OBJETIVO
Promover a inclusão de pessoas com deficiência por meio da prestação de serviços na área de Educação, Saúde e Tecnologia Assistiva.


A QUEM SE DESTINA O NOSSO SERVIÇO
Pessoas com deficiência e seus familiares, bem como às instituições, redes públicas e particulares, profissionais e demais interessados.


O QUE OFERECEMOS

Realizamos o atendimento direto ao usuário de Tecnologia Assistiva seguindo o seguinte procedimento:
  • Avaliação do usuário, do ambiente e da tarefa a ser qualificada por meio da Tecnologia Assistiva.
  • Projeto, confecção ou seleção de recursos a serem experimentados;
  • Experimentação com o usuário de diferentes alternativas em recursos da TA;
  • Tomada de decisão em conjunto com o usuário e família;
  • Relatório de avaliação com a indicação do recurso apropriado;
  • Orientação e ensino sobre a utilização do recurso;
  • Implementação do recurso no ambiente onde será utilizado, com orientação aos parceiros;
  • Seguimento, reavaliação e ajustes, quando necessário;
Modalidades da Tecnologia Assistiva em que atuamos:
• Comunicação Alternativa:
  • Para pessoas com prejuízos da comunicação oral ou escrita;
  • Elaboração personalizada e experimentação de recursos de comunicação alternativa impressos, pranchas de comunicação no formato digital (computadores, tabletes e celulares) e vocalizadores.
• Recursos para acesso ao computador e dispositivos móveis:
  • Para pessoas que apresentam dificuldades motoras no manejo de teclado e mouse convencionais;
  • Experimentação de mouses e teclados com diferentes formatos, acionadores, dispositivo para comando do computador com qualquer parte do corpo (lábios, movimentos de cabeça, mão, pé, movimento ocular), software e aplicativos para acessibilidade.
• Materiais escolares e recursos pedagógicos com acessibilidade:
  • Para alunos que necessitam de órteses e outros dispositivos que auxiliam a utilização de lápis, caneta, pincel, borracha, apontador etc.;
  • Mobiliário escolar acessível;
  • Recursos que apoiam o registro de escrita, a leitura, a compreensão de conceitos e o acesso ao conteúdo do texto impresso.
• Adequação Postural e mobilidade:
  • Para usuários de cadeira de rodas e outros recursos de mobilidade.
  • Promoção de uma boa postura sentada e de pé, com de alinhamento, conforto, estabilidade e prevenção de deformidades.
  • Promoção da mobilidade assistida ou autônoma. 
IMPORTANTE: Para outras informações e agendamento de avaliação em nosso Serviço de Tecnologia Assistiva encaminhe e-mail para secretaria@assistiva.com.br ou ligue para (51) 3026-4026

Serviço de AEE realizado na Assistiva:
  • Encontro inicial com aluno e familiares;
  • Visitas à escola para conhecer o contexto escolar e as atividades pedagógicas propostas ao aluno;
  • Identificação, elaboração e indicação recursos e estratégias de acessibilidade ao currículo escolar;
  • Realização de atendimentos sistemáticos ao aluno referentes à instrumentalização no uso do recurso selecionado e acompanhamento escolar;
  • Encontros com equipe diretiva, professores e profissionais da escola para assessorá-los a resolver dificuldades que estiverem enfrentando (legislação, acessibilidade física, pedagógica e orientação familiar);
  • Orientação às famílias sobre recursos de estratégias de acessibilidade indicados ao aluno após o processo de avaliação.
Assessoramento a profissionais que atuam no AEE e a instituições que atendem alunos com deficiência (da educação infantil ao Ensino Superior):
  • Visita à escola ou instituição para conhecimento dos alunos e realidade vivenciada no contexto;
  • Encontros, oficinas, cursos online, presenciais e semipresenciais planejados e oferecidos segundo as necessidades da instituição ou profissional contratante.
IMPORTANTE: Para outras informações e agendamento de avaliação em nosso Serviço de Atendimento Educacional Especializado encaminhe e-mail para secretaria@assistiva.com.br ou ligue para (51) 3026-4026.
Fonte: http://www.assistiva.com.br/

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terça-feira, 4 de julho de 2017

Nick Vujicic - Legendado em Português - Superação de limites


Um ser iluminado que está aí para ser exemplo para todos nós que desistimos diante de pequenos obstáculos.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=LCdbEedgcM8
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quarta-feira, 14 de junho de 2017

Nanismo: Preconceito Nas Alturas.


Profissionais com Nanismo Contam os Apuros Enfrentados no Mercado de Trabalho.

A placa na vitrine estampava em letras garrafais: "Precisa-se de vendedora". Mas, quando Marta Adriana Poci Cabral, 40, ofereceu seu currículo, a gerente não hesitou em dizer que a vaga já havia sido preenchida. Não fosse seu 1,30 m de estatura, diz, teria sido contratada. "Sou boa profissional e tenho experiência no ramo. Foi puro preconceito", lembra a artista plástica, que hoje mantém com a irmã, Mila Poci Cabral, 37, também anã, a loja Casinha Pequenina. "Todo mundo diz que a loja, de miniaturas, é a nossa cara", comenta Mila, que é atriz e trabalha com eventos.

Para a carreira, o mundo artístico é o mais procurado pelos anões. "Por conta da estatura, o anão sempre foi ridicularizado. Era o bobo da corte, o palhaço do circo. Fazer o quê? Nós temos de sobreviver de alguma maneira", explica o publicitário Hélio Pottes, presidente da Associação Gente Pequena.

Cristiane Limeira Lorenço, 30, que tem 1,30 m, ingressou nesse mercado justamente por falta de opção. "Trabalhei com eventos durante 13 anos. Só consegui uma colocação formal depois que a lei estabeleceu a contratação de deficientes. Não acreditavam na minha capacidade", conta. Atualmente, ela é auxiliar de escritório, mas ainda participa de eventos. Seu marido, o advogado Leonardo Fernandes da Cruz, 30, também tem nos eventos uma segunda ocupação. "Meu 1,40 m permite que me disfarce de gnomo. É uma maneira de eu tirar dos ombros o peso do mundo jurídico", reflete.
Legislação: Lei de Cotas facilita a inclusão de anões no mercado de trabalho.

A primeira lei de inclusão da pessoa com deficiência, a Lei de Cotas, surgiu em 1991 e não incluía o nanismo como deficiência. Para o IBGE, a anomalia tampouco é considerada. "Até hoje não se sabe o número exato de anões que vivem no Brasil. Estima-se que seja 1 para cada 10 mil habitantes", afirma Pottes. No entanto, com o decreto-lei nº. 3.298/99, o nanismo passou a figurar entre as deficiências e representou um grande avanço na inserção do anão no mercado de trabalho.

A advogada Tatiana Muniz, 1,26 m, é exemplo disso. Contratada por um banco, deixou o escritório particular em que trabalhava havia três anos. Ela cuida da seção de determinações judiciais e afirma que seu trabalho é muito respeitado pelos colegas. "Sempre tive de lutar muito por causa de minhas limitações. Foi difícil, mas eu consegui", comemora.

Essa determinação não nasce sozinha. Segundo Pottes, o apoio da família é fundamental. "Temos de preparar os filhos para o mundo, dar as sementes necessárias para que colham a vida com coragem", ensina.

Formada em enfermagem pela PUC-SP, Kênia Hubert, 51, também encontrava dificuldades para obter um emprego. "Perguntavam-me como eu atenderia uma parada cardíaca. Não acreditavam na possibilidade de eu ser formada", diz. O único hospital que lhe deu uma chance foi o Beneficência Portuguesa, em 1981, quando a Lei de Cotas ainda não existia. A enfermeira enfrentou não apenas o preconceito dos colegas que criticavam a sua contratação, mas também a desconfiança dos pacientes. No entanto, conseguiu virar o jogo: "A relação de confiança surge ao demonstrar conhecimento. Quando se transmite o que se sabe, a barreira de preconceito é quebrada", declara Kênia, que atualmente é chefe da seção de curativos do hospital.
Foco deve ser no Desempenho.

Para especialistas, é importante que a contratação não seja pautada pela deficiência.

'A obrigatoriedade da contratação de pessoas com deficiência em empresas privadas, estabelecida pela lei nº. 8.213/91, pode causar mal-estar nas firmas que empregam essas pessoas apenas com o objetivo de preencher a cota e, consequentemente, livrar-se das multas". Porém, na opinião de Maria de Fátima e Silva, gerente de responsabilidade social da Gelre, empresa especializada em recrutamento, esse cenário precisa ser transformado. De acordo com ela, é imprescindível focar no profissional, priorizando a excelência do trabalho e não a deficiência. "Precisamos acabar com o conceito de contratar a deficiência. Por exemplo, não existe a profissão de anão. O que existe é o profissional que pode apresentar essa anomalia, mas que não terá seu desempenho afetado por isso", justifica.

Percebendo a potencialidade de quem apresenta nanismo, a companhia aérea Gol emprega 306 pessoas com deficiência em todo o Brasil, das quais 35 são anãs - ou "pequenas", como são chamadas internacionalmente. Elas começam com auxiliares de aeroporto, que checam bagagem e orientam passageiros, sempre com a possibilidade de promoção. A gerente de desenvolvimento de pessoal, Rosângela Manfredini, afirma estar satisfeita com o resultado. "Os pequenos são excelentes porque têm muito jogo de cintura, são simpáticos, alegres e incorporam o espírito da empresa", elogia.

Liziane Soares Dias, 28, 1,20 m, que trabalha no aeroporto de Porto Alegre, largou o trabalho de atendente para tentar obter melhores oportunidades na companhia aérea. Ela declara que foi uma boa opção, pois trabalha numa área nova, em que aprende todos os dias. Como em todas as carreiras, a qualificação profissional é essencial para que o profissional se destaque. De olho nisso e em busca de um futuro promissor, Cleber Pereira, 23, 1,37m, também auxiliar de aeroporto, já traçou seu plano de desenvolvimento profissional. "No ano que vem, entrarei na faculdade de ciências da computação ou estudarei recursos humanos", diz. (MCN)'.
Informações sobre Nanismo.

Existem cerca de 200 tipos de NANISMO em todo o Mundo. O mais comum é a acondroplasia. Ela é uma anomalia genética, não necessariamente hereditária. A estatura dos anões varia de 70cm e 1,40 m, e sua capacidade intelectual é normal. Folha de São Paulo.
Entidades que fornecem informações sobre Nanismo, direitos, legislação e mercado de trabalho:


Fonte: http://www.bengalalegal.com/nanismo
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domingo, 14 de maio de 2017

Dia das Mães - Sandra Annemberg

Eu me lembro bem quando minha mãe disse:
– Um dia minha filha você vai me entender.

Hoje eu entendo, entendo esse amor inexplicável,
tão grande, mas tão grande,
que parece que o nosso peito vai explodir, quase dói né?

Eu entendo que a gente vai varias vezes ao quarto do filho para ver se ele tá respirando ali enquanto dorme,
e que mesmo depois de uma noite mal dormida,
ou as vezes não dormida,
no dia seguinte a gente é capaz de trabalhar e aguentar o dia mesmo se sentindo um zumbi,
porque o filho acordou sorrindo,
alias o sorriso do filho é tudo né?

A gente só quer que eles sejam felizes,
simples assim,
quando ficam doentes queríamos que fosse com a gente,
tentamos protege-los de tudo,
do mundo,
eles não vêm com bula e nem tem manual para as mães de primeira viagem,
é só errando que se aprende,
e a melhor educação que a gente pode dar é o exemplo,
e é só deixando que eles enfrentem as frustrações que eles vão crescer,
alias, eles crescem rápido,
rápido demais,
e de repente a gente vira um mico,
“ai que mico mãe”,
eles querem distância,
eles precisam voar,
e não é pra isso que a gente cria,
pro mundo...

Pra gente eles sempre vão ser os nossos bebês,
mas um dia eles também vão nos entender
e como dizia a minha mãe,
dia da mãe é todo o dia,
mas como é bom aquele olhar,
aquele beijo,
um abraço,
um bilhetinho que seja,
num dia só nosso né?

– Então parabéns pra todas nós nesta data e em todos os outros dias do ano.

Sandra Annenberg

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sexta-feira, 12 de maio de 2017

domingo, 2 de abril de 2017

Dia mundial do Autismo - 02 de abril

O Dia Mundial do Autismo, celebrado anualmente em 2 de abril, foi criado pela Organização das Nações Unidas[1] em 18 de dezembro de 2007[2] para a conscientização acerca dessa questão. No primeiro evento, em 2 de abril de 2008, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, elogiou a iniciativa do Catar e da família real do país, um dos maiores incentivadores para a proposta de criação do dia, pelos esforços de chamar a atenção sobre o autismo.
No evento de 2010, a ONU declarou que, segundo especialistas, acredita-se que este transtorno de desenvolvimento atinja cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo, afetando a maneira como esses indivíduos se comunicam e interagem.[3]
Em 2011, o Brasil teve o Cristo Redentor[4], no Rio de Janeiro, iluminado de azul nos dias 1 e 2 de abril, além da Ponte Estaiada em São Paulo[5], os prédios do Senado Federal e do Ministério da Saúde em Brasília[6], o Teatro Amazonas em Manaus[7], a torre da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, entre muitos outros. Em Portugal, monumentos e prédios, como a Torre dos Clérigos e a estátua do Cristo Rei em frente a Lisboa também foram iluminados de azul para a data



O que é Autismo?
É uma síndrome que afeta o desenvolvimento em três importantes áreas: comunicação, socialização e comportamento.

Quantos autistas temos?
No mundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que tenhamos 70 milhões de pessoas com autismo. No Brasil, a estimativa é de 2 milhões de autistas

Então é mais comum do que se pensa?
Sim, o autismo é mais comum em crianças, por exemplo, do que se somarmos os casos infantis de câncer, diabetes e AIDS, juntos! 

Quem criou a conscientização todo 2/abril?
A ONU criou a data no fim de 2007, iniciando a campanha em 2/abril/2008. Desde então, anualmente o mundo todo se ilumina de azul pelo autismo.
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